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Mostra Mel de Uruçu de Cinema recebe inscrições de curtas pernambucanos

Obras selecionadas farão parte da programação do evento no Cine Mascarenhas, em Macaparana, entre 28 e 30 de novembro. Saiba como se inscrever

Por Marilia Pessoa Publicado em 18/09/2025 às 15:52 | Atualizado em 18/09/2025 às 15:57

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A Mostra Mel de Uruçu, que está com inscrições abertas para curtas pernambucanos até o dia 30 de setembro.

O evento celebra a cultura do interior de Pernambuco, reunindo filmes que exploram o cotidiano e as tradições da região.

As obras selecionadas farão parte da programação oficial do evento, que acontece no Cine Mascarenhas, em Macaparana, na Zona da Mata de Pernambuco, entre 28 e 30 de novembro.

Podem participar curtas-metragens de até 20 minutos produzidos no interior de Pernambuco.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo formulário online.

A programação é dividida em três categorias, e os interessados devem escolher uma delas no momento da inscrição.

Mostra Capibaribe-mirim

Focada no público infantil, esta mostra apresenta curtas que exploram de forma lúdica a imaginação da Zona da Mata e do interior de Pernambuco.

Mostra Raízes

Aberta ao público geral, a categoria traz filmes de ficção que abordam o cotidiano, as tradições culturais e as mudanças sociais, tecnológicas e ambientais do interior.

Mostra Heranças

Destinada ao público geral, esta mostra é dedicada a documentários sobre mestres, personalidades da cultura popular e histórias únicas do interior pernambucano.

“A escolha dessa janela para o cinema produzido no interior foi pensada, justamente, como uma necessidade de reconhecimento. Isso porque o cinema que a gente faz carrega a marca de quem vive aqui, da nossa identidade, da nossa história”, conta o idealizador e diretor João Francisco.

A Mostra também traz uma programação que inclui roda de conversas, atividades de preservação do cinema e debates.

“Queremos que a mostra vá além da tela. É um espaço de encontro e troca de saberes, e as ações paralelas ampliam essa experiência”, explica João Francisco.

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