Brasil perde para Bolívia e acaba na 5ª colocação das Eliminatórias Sul-Americanas

O duelo foi válido pela última rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. Seleção Brasileira acaba com 28 pontos

Por Davi Saboya Publicado em 09/09/2025 às 22:40 | Atualizado em 09/09/2025 às 23:17

O Brasil perdeu por 1x0 para a Bolívia, nesta terça-feira (9), no estádio Municipal de El Alto. O duelo foi válido pela última rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. O gol foi marcado ainda no primeiro tempo por Miguelito, em pênalti "marcado" pelo árbitro de vídeo (VAR).

Com o resultado, a Seleção Brasileira acabou as Eliminatórias na 5ª colocação com 28 pontos. A mesma pontuação da Colômbia e Uruguai, que ficaram na 3ª e 4ª posição, respectivamente. Argentina ficou isolada na liderança com 38 pontos, enquanto o Equador ficou na vice-liderança com nove a menos.

A vaga da repescagem mundial ficou com a Bolívia, que garantiu a 7ª posição com 20 pontos. Paraguai está classificado direto para a Copa com 28 pontos.

Outros jogos das Eliminatórias

Além de Bolívia x Brasil, os demais jogos da última rodada das Eliminatórias também aconteceram na noite desta terça. Foram eles: Equador 1x0 Argentina, Chile 0x0 Uruguai, Peru 0x1 Paraguai e Venezuela 3x6 Colômbia.

Próxima partida

As Eliminatórias acabaram, mas a Seleção Brasileira já tem data para se reunir de novo: em outubro, para uma série de amistosos.

A equipe enfrenta a Coreia do Sul, no dia 10 de outubro, às 8h (de Brasília), em Seul. Quatro dias depois, no dia 14 de outubro, joga contra o Japão, em Tóquio, às 7h30 (de Brasília).

Além desses dois confrontos, o Brasil planeja realizar mais seis amistosos antes da Copa do Mundo de 2026, sendo dois em novembro, dois em março e dois em junho do próximo ano.

O jogo

O início da partida entre Brasil e Bolívia parecia promissor, com o Brasil partindo para o ataque, mas o ritmo mudou rapidamente. A equipe boliviana se impôs no campo ofensivo e arriscou chutes de média e longa distância.

A defesa brasileira, por sua vez, mostrou solidez ao neutralizar a maioria das investidas adversárias, dificultando as finalizações. No ataque, a equipe do Brasil pecou nas tomadas de decisão, desperdiçando boas chances de gol.

A emoção da partida estava nas arquibancadas de El Alto. A cada gol que saía no jogo entre Venezuela e Colômbia, os torcedores reagiam com entusiasmo e tentavam incentivar os jogadores bolivianos.

Nos acréscimos do primeiro tempo, a partida finalmente ganhou emoção. Com o empate de Venezuela e Colômbia em 2x2, o VAR recomendou a revisão de um possível pênalti para a Bolívia.

O árbitro chileno Cristian Garay, após a análise, marcou a penalidade, entendendo que Bruno Guimarães pisou na ponta do pé de Roberto Fernández. Miguelito cobrou com precisão e colocou a Bolívia em vantagem, aos 48 minutos.

Visivelmente insatisfeito com a decisão, o técnico Ancelotti foi reclamar com a arbitragem após o apito final do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Brasil voltou apático. As jogadas de ataque não tinham velocidade e eram facilmente interceptadas. Enquanto isso, a Bolívia ganhava confiança com as notícias de gols da Colômbia contra a Venezuela.

O Brasil não mostrou ímpeto para buscar o empate e o goleiro Alisson precisou fazer boas defesas para evitar uma derrota ainda maior. O jogo seguiu morno e o resultado final confirmou a vitória boliviana, quebrando um jejum de 16 anos sem vitórias da Bolívia sobre o Brasil.

O início da partida entre Brasil e Bolívia parecia promissor, com o Brasil partindo para o ataque, mas o ritmo mudou rapidamente. A equipe boliviana se impôs no campo ofensivo e arriscou chutes de média e longa distância.

A defesa brasileira, por sua vez, mostrou solidez ao neutralizar a maioria das investidas adversárias, dificultando as finalizações. No ataque, a equipe do Brasil pecou nas tomadas de decisão, desperdiçando boas chances de gol.

A emoção da partida estava nas arquibancadas de El Alto. A cada gol que saía no jogo entre Venezuela e Colômbia, os torcedores reagiam com entusiasmo e tentavam incentivar os jogadores bolivianos.

Nos acréscimos do primeiro tempo, a partida finalmente ganhou emoção. Com o empate de Venezuela e Colômbia em 2x2, o VAR recomendou a revisão de um possível pênalti para a Bolívia.

O árbitro chileno Cristian Garay, após a análise, marcou a penalidade, entendendo que Bruno Guimarães pisou na ponta do pé de Roberto Fernández. Miguelito cobrou com precisão e colocou a Bolívia em vantagem, aos 48 minutos.

Visivelmente insatisfeito com a decisão, o técnico Ancelotti foi reclamar com a arbitragem após o apito final do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Brasil voltou apático. As jogadas de ataque não tinham velocidade e eram facilmente interceptadas. Enquanto isso, a Bolívia ganhava confiança com as notícias de gols da Colômbia contra a Venezuela.

O Brasil não mostrou ímpeto para buscar o empate e o goleiro Alisson precisou fazer boas defesas para evitar uma derrota ainda maior. O jogo seguiu morno e o resultado final confirmou a vitória boliviana, quebrando um jejum de 16 anos sem vitórias da Bolívia sobre o Brasil.

Ficha do jogo

Bolívia

Lampe; Diego Medina (Rocha), Hanquín, Morales e Roberto Fernández; Villamil, Robson Matheus e Vaca (Cuéllar); Miguelito, Enzo Monteiro (Algarañaz) e Moisés Paniagua.

Técnico: Óscar Villegas.

Brasil

Alisson; Vitinho (Marquinhos), Fabrício Bruno, Alexsandro e Caio Henrique; Andrey Santos (Jean Lucas), Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Luiz Henrique (Raphinha), Richarlison (João Pedro) e Samuel Lino (Estêvão).

Técnico: Carlo Ancelotti.

  • Local: Estádio Municipal de El Alto, na Bolívia.
  • Árbitro: Cristian Garay (CHI).
  • Assistentes: Miguel Rocha e Juan Serrano(ambos do CHI)
  • VAR: Rodrigo Carvajal (CHI).

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