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RHP impulsiona turismo de saúde e desenvolvimento em Pernambuco

Com 170 anos, hospital atrai pacientes de todo o Brasil, movimenta a economia local e consolida Recife como destino nacional de medicina de excelência

Por JC360 Publicado em 17/11/2025 às 12:45 | Atualizado em 18/11/2025 às 10:28

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Recife é conhecida por sua cultura vibrante, gastronomia marcante e belezas naturais. Mas, nos últimos anos, a capital pernambucana também passou a ser reconhecida por outro motivo: tornou-se um dos principais destinos de saúde do Brasil.

No centro dessa transformação está o Real Hospital Português (RHP), que completou 170 anos como referência nacional em medicina de alta complexidade e como força importante no desenvolvimento regional.

Com estrutura de ponta, equipe altamente qualificada e resultados expressivos, o RHP atrai pacientes de todas as regiões do país, especialmente para transplantes e tratamentos oncológicos. Esse fluxo constante de pessoas movimenta setores como hotelaria, transporte e comércio, consolidando o chamado turismo de saúde como um vetor estratégico para a economia local.

“Graças a Deus eu vim para cá. Eu preciso ressaltar isso, porque fui muito bem recebida por todos. Saber que o transplante de medula óssea era minha chance de cura e poder realizá-lo aqui foi algo muito especial”, relata Luana de Oliveira, paciente vinda do Amazonas.

Números que sustentam a liderança

Em 2024, o RHP realizou mais de 29 mil procedimentos cirúrgicos. Além disso, foram 468 transplantes, entre órgãos sólidos e medula óssea, o que posiciona o hospital entre os principais centros transplantadores do país.

A instituição também registrou 38 mil internações, 190 mil atendimentos de emergência e 360 mil exames de imagem.

Com mais de 6 mil colaboradores e quase 4 mil médicos cadastrados, o hospital manteve uma taxa de ocupação de 83% durante todo o ano passado. A receita bruta ultrapassou R$ 1 bilhão, refletindo a solidez da operação e a capacidade de reinvestimento em inovação, tecnologia e qualificação profissional.

Divulgação/Real Hospital Português
Com mais de 6 mil colaboradores e quase 4 mil médicos cadastrados, o hospital manteve uma taxa de ocupação de 83% durante todo o ano passado - Divulgação/Real Hospital Português

Inovação com acolhimento

Entre os marcos recentes está a entrega dos andares Unique, que elevam o padrão de atendimento ao unir hotelaria premium com tecnologia assistencial de última geração. Os ambientes foram projetados para oferecer conforto, privacidade e acolhimento durante o tratamento, com atenção especial também aos familiares e acompanhantes.

“A proposta é proporcionar uma jornada de cuidado mais acolhedora, com atenção aos detalhes que fazem diferença em momentos delicados”, afirma Matheus Matos, diretor de Mercado, Marketing e Experiência do Cliente do RHP.

Divulgação/Real Hospital Português
Matheus Matos, Diretor de Mercado, Marketing e Experiência do Cliente - Divulgação/Real Hospital Português

Patrimônio social e vetor de desenvolvimento

Fundado em 1855 pela comunidade luso-brasileira, o Real Hospital Português nasceu da solidariedade e da cooperação. Ao longo de quase dois séculos, tornou-se um patrimônio social de Pernambuco, combinando tradição com inovação e contribuindo para o avanço da medicina no estado.

Foi no RHP que aconteceram o primeiro transplante cardíaco e o primeiro transplante renal de Pernambuco. Também foi um dos pioneiros na adoção da cirurgia robótica no estado. Esses marcos históricos reforçam o papel da instituição como referência técnica e símbolo de confiança.

Além da assistência, o hospital atua na formação de profissionais, na produção científica e na disseminação de boas práticas em saúde. Sua história está profundamente entrelaçada à de Recife, ajudando a consolidar a cidade como o maior polo médico do Norte e Nordeste.

Turismo de saúde com impacto real

Durante muito tempo, era comum que pacientes de Pernambuco e da região viajassem para o Sudeste em busca de tratamentos oncológicos e transplantes. Hoje, esse movimento tem se invertido.

Com a consolidação do Real Hospital Português como centro de excelência, cada vez mais pessoas de outros estados vêm a Recife em busca de cuidados especializados. Essa mudança reflete a confiança conquistada pela instituição e o avanço da medicina de alta complexidade em Pernambuco.

Divulgaçãõ/Real Hospital Português
O Real Hospital Português possui um Centro Integrado de Oncologia que é referência no Norte e Nordeste do país, oferecendo aos pacientes cuidado integral e especializado, garantindo um tratamento humanizado e eficaz em todas as etapas da jornada contra o câncer - Divulgaçãõ/Real Hospital Português

A integração do RHP à Rede Einstein de Oncologia e Hematologia fortaleceu ainda mais esse posicionamento. A parceria amplia o acesso a protocolos clínicos de referência, pesquisas multicêntricas e práticas assistenciais alinhadas aos melhores centros do mundo.

O resultado é um hospital que não apenas cuida, mas atrai, movimentando a economia local em setores como hotelaria, transporte, alimentação e comércio.

Outro fator decisivo para esse protagonismo é a atuação do RHP no campo dos transplantes. A instituição é hoje o segundo maior centro transplantador de medula óssea do Brasil e o maior coletador de medula do país. Isso faz com que o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) encaminhe pacientes de diversas regiões para realizar transplantes ou coletas em Recife.

“Receber pacientes de diferentes partes do Brasil é uma prova de que o RHP é um dos motores para que Pernambuco possa ser um dos líderes da medicina de alta complexidade. Isso exige excelência técnica, mas também acolhimento, estrutura e compromisso com o cuidado em todas as etapas da jornada do paciente”, afirma Islan Moisalye, superintendente ambulatorial do RHP.

Um legado que aponta para o futuro

Com foco em inovação, sustentabilidade e cuidado centrado no paciente, o Real Hospital Português segue evoluindo. Aos 170 anos, reafirma seu compromisso com a vida e com o futuro da medicina no Brasil.

“O que fazemos aqui não é apenas tratar doenças. É transformar vidas, formar profissionais, gerar conhecimento e impulsionar o desenvolvimento de Pernambuco. O futuro da medicina passa por aqui”, conclui Moisalye

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