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Nobel de Economia 2024: inovação como motor de crescimento

Economistas premiados são reconhecidos por estudos que comprovam o papel das mudanças disruptivas no desenvolvimento da sociedade

Por Kevin Paes Publicado em 15/10/2025 às 18:24

Em um momento dedicado à economia, foi debatido o significado e o impacto do recente Prêmio Nobel de Economia. Os economistas agraciados, cujos nomes foram citados como Joel Mokir, Philippe Aghion e Peter Howitt receberam o reconhecimento por seus estudos focados na inovação e na mudança.

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O prêmio, concedido na Suécia, tem um valor significativo de cerca de 11 milhões de coroas suecas. O trabalho desses economistas demonstrou que a inovação, a quebra de paradigmas e a ruptura são os elementos que geram o crescimento econômico.


Da inteligência artificial aos carros elétricos: o poder das mudanças disruptivas


A pesquisa vencedora enfatiza a necessidade de realizar mudanças e estudar a inovação, pois é a partir desses momentos disruptivos que se consegue desafiar empresas que dominam o mercado, não permitindo a entrada de concorrentes e mantendo preços altos.


Exemplos práticos dessa inovação incluem o uso do Pix no lugar de cédulas de papel, o crescimento do e-commerce, e o surgimento de carros elétricos. A entrada de veículos elétricos, por exemplo, força uma mudança no mercado automotivo, exigindo que as empresas evoluam e criem carros mais sofisticados e menos poluentes, além de pressionar os postos de combustível a se adaptarem.


A inovação não se restringe apenas à tecnologia ou aos aplicativos de transporte, mas também abrange a gestão pública e a segurança pública. A conclusão central do estudo é que as grandes mudanças inovadoras trazem crescimento e contribuem para o desenvolvimento das pessoas e da sociedade.


O desafio da inteligência artificial


Embora todas essas inovações possam ser praticadas em qualquer país, incluindo o Brasil, elas também geram apreensão, especialmente em relação à Inteligência Artificial (IA).


A IA é vista como uma força que veio para substituir a mão de obra mais intelectual. Há uma certeza de que muitos empregos irão desaparecer, embora outros nascerão. No jornalismo, por exemplo, a IA já produz textos que podem ser copiados e colocados em redes sociais sem que a fonte seja realmente segura, criando um momento de muita tensão e quebra de paradigmas.


As pessoas mais velhas tendem a sentir-se mais atônitas com as mudanças, preferindo permanecer na zona de conforto, enquanto os jovens são mais suscetíveis e gostam da mudança. No entanto, a tecnologia, especialmente a IA, deve gerar impactos absurdos em praticamente todas as áreas da economia e da vida social nos próximos dez anos. Por isso, é essencial não parar de estudar e manter o exercício mental para acompanhar as inovações e a vitalidade.

*Texto gerado com auxílio de IA a partir de conteúdo autoral da Rádio Jornal com edição de jornalista profissional

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