Porto de Galinhas: Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Pernambuco cobra providências por agressão a turistas
Governo de Pernambuco, Prefeitura de Ipojuca e Polícia Militar anunciaram reforço nas ações de fiscalização no litoral sul do estado
Clique aqui e escute a matéria
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Pernambuco (Abrasel Pernambuco) se manifestou sobre o episódio de agressão envolvendo dois turistas na praia de Porto de Galinhas, litoral sul do estado, no último sábado (27).
Em nota, a associação lamentou o ocorrido, se solidarizou com os envolvidos e declarou que “espera que as autoridades adotem as providências cabíveis para o esclarecimento dos fatos”.
A Abrasel pontuou, ainda, que reconhece o empenho da Prefeitura de Ipojuca e do Governo de Pernambuco e reforçou “a importância do respeito às normas legais que protegem consumidores, trabalhadores e visitantes”.
Veja a nota completa:
“A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Pernambuco (Abrasel Pernambuco) lamenta o ocorrido em Porto de Galinhas, destino turístico reconhecido internacionalmente, e se solidariza com os envolvidos.
A entidade reconhece o empenho da Prefeitura de Ipojuca e do Governo de Pernambuco, espera que as autoridades adotem as providências cabíveis para o esclarecimento dos fatos e reforça a importância do respeito às normas legais que protegem consumidores, trabalhadores e visitantes.”
Confusão em Porto de Galinhas: dona de barraca contesta versão dos turistas e diz que garçom foi agredido primeiro
Entenda o caso
No último sábado (27), os turistas Johnny Andrade Barbosa e Claiton Zanatta, vindos de Cuiabá (MT), relataram que foram agredidos por trabalhadores de barracas da praia de Porto de Galinhas, um dos cartões-postais de Pernambuco.
De acordo com eles, a confusão começou após um desacordo comercial: um valor teria sido combinado inicialmente, mas, depois, quase o dobro foi cobrado.
Os turistas afirmam que foram agredidos por mais de 10 pessoas, com socos e pontapés. Segundo Johnny e Claiton, não havia policiamento na praia. “A cidade não tem estrutura para receber turistas”, frisou Johnny.
De acordo com a governadora Raquel Lyra, 14 pessoas envolvidas na agressão foram identificadas e serão indiciadas pelo crime de lesão corporal.
Segundo o subcomandante-geral da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), coronel Cláudio Ricardo Gonçalves Lopes, embora a ação policial já aconteça de forma conjunta com a Guarda-Municipal de Ipojuca, o policiamento será reforçado na região.
Já a Prefeitura de Ipojuca anunciou a suspensão temporária, pelo prazo de uma semana, das atividades da barraca envolvida no caso e o reforço das ações de fiscalização na orla, com ampliação do efetivo da Guarda Municipal e da Secretaria de Meio Ambiente atuando na área.