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Voz do Leitor, 12/07: Faixa irregular para carros na Jaqueira

A denúncia do leitor ocorre na Rua Muniz Tavares, no bairro da Jaqueira, na Zona Norte do Recife, no sentido Avenida Rui Barbosa a Praça Fleming

Por JC Publicado em 12/07/2026 às 5:02

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Faixa irregular para carros

Recentemente, a CTTU pintou as faixas de rolamento de veículos da Rua Muniz Tavares, no bairro da Jaqueira, ficando uma delas (sentido Av. Rui Barbosa a Praça Prof. Fleming) com aproximadamente 1,50 metros de largura, o que contraria o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que estabelece, para vias urbanas, largura mínima de 3,00 metros; já que, por lei, os carros podem ter até 2,60 metros de largura contando os espelhos. No Brasil, o carro mais estreito em circulação mede 1,67 metros de largura. Agora, os automóveis estão sendo obrigados a invadir a faixa amarela vizinha pela contramão, muitas vezes paralisando o trânsito de sentido contrário, e ainda cometendo infração com pontos na CNH. Pedimos as urgentes providências da Prefeitura do Recife.

Pedro Hélio, por e-mail

PEDRO HÉLIO / VOZ DO LEITOR
Faixa irregular para carros no bairro da Jaqueira - PEDRO HÉLIO / VOZ DO LEITOR

Vazamento

Venho por meio desta coluna pedir a Compesa o conserto de vazamento que está ocorrendo na calçada da Creche Municipal Vila Imperial, localizada na Rua Pedro de Melo Pedrosa, sem número, no bairro do Arruda, na Zona Norte do Recife.

Helena Gomes, por e-mail 

Violência segue alta em Pernambuco

Segundo dados do Portal da SDS-PE, os últimos quatro anos do governo Paulo Câmara registraram uma média de 9,3 mortes violentas por dia. Até o momento, considerando os seis primeiros meses de 2026, o governo Raquel Lyra apresenta uma média de 9,2 mortes diárias. A diferença estatística é praticamente inexistente. Isso significa que Pernambuco continua convivendo com um nível de violência extremamente elevado, figurando entre os estados mais violentos do Brasil e, em alguns indicadores, superando até mesmo o Rio de Janeiro. Considero um equívoco celebrar apenas o aumento do efetivo policial como indicador de sucesso. Mais policiais são necessários. Mas representam o tratamento, não a cura. Uma sociedade verdadeiramente segura não é aquela que precisa colocar um agente de segurança em cada esquina, e sim aquela que consegue formar cidadãos capazes de construir seus próprios projetos de vida. Quando um governo precisa ampliar continuamente seu aparato policial para manter os mesmos índices de violência, talvez o problema esteja em outro lugar. Talvez a pergunta que devêssemos fazer não seja quantos policiais ainda faltam. Talvez devêssemos perguntar por que continuamos produzindo tantas gerações que chegam à vida adulta sem as ferramentas necessárias para exercer plenamente a cidadania. Um verdadeiro “genocídio de gerações”. Enquanto essa pergunta continuar sem resposta, continuaremos combatendo os efeitos e negligenciando as causas.

Alexandre Ruiz, por e-mail

Sport em queda livre

O time do Sport é uma vergonha. Mais uma vez, jogando no estádio da Ilha do Retiro, diante do seu torcedor, os jogadores não honraram a camisa do nosso time e só empataram com Botafogo-SP. Já são cinco jogos seguidos sem vitórias; desses, três atuando em casa. E, com isso, o Sport vai se distanciando cada vez mais do pelotão da frente que briga pelo acesso à Série A. Pelo visto, a diretoria trocou um treinador ruim (Márcio Goiano) por outro do mesmo nível (Gilmar Dal Pozzo). Do jeito que as coisas andam, se não reagir, o Sport vai brigar para não ser rebaixado para a Série C.

Lucas Holanda, por e-mail

Serviço feito após denúncia

Assim como denunciamos aqui nesta importante coluna os desmandos de nossa cidade, também me utilizo dela para mostrar a sua importância na hora de cobrar as autoridades públicas. Há poucos dias fiz uma queixa a respeito de um buraco profundo na Estrada de Belém, no bairro da Encruzilhada, e ao passar semana passada pelo local, observei que a Compesa estava realizando os devidos reparos, com os agentes de trânsito orientando a vida. Por isso a importância desta coluna, para dar voz a população.

Luiz Guimarães, por e-mail

 

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