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Voz do Leitor, 03/03: Terreno abandonado atrai usuários de drogas e gera insegurança no Cabanga

A denúncia do leitor da coluna ocorre na esquina da Rua Capitão Temudo com a Avenida José Estelita, onde localizava-se a antiga Pizzaria da Nona

Por JC Publicado em 03/03/2026 às 5:06

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Terreno abandonado atrai usuários de drogas e gera insegurança no Cabanga

Este terreno localizado na esquina da Rua Capitão Temudo com a Avenida José Estelita, onde localizava-se a antiga Pizzaria da Nona, no bairro do Cabanga, encontra-se aberto e cheio de matos, favorecendo o encontro de usuários de drogas e desocupados, que partem dali para assaltar pessoas nas paradas de ônibus e roubar casas e comércios da redondeza. Faço um apelo às autoridades e aos responsáveis do terreno, que providencie a limpeza e o fechamento do terreno, ajudando na questão de segurança do bairro e redondeza.

Rodrigo Félix, por e-mail

RODRIGO FÉLIX / VOZ DO LEITOR
Terreno abandonado atrai usuários de drogas e gera insegurança no Cabanga - RODRIGO FÉLIX / VOZ DO LEITOR
 

Impostos

O governo Lula irá aumentar em até 25% os impostos sobre produtos eletrônicos. Se já sofremos com preços caríssimos de celulares e notebooks, sofreremos mais ainda com essa majoração sem lógica e nociva. Incrível o quanto o governo busca arrecadar mais e penalizar o consumidor brasileiro.

Emmanuel Ferraz, por e-mail

Poda de árvore

Na esquina da Rua Sirinhaém, em frente ao edifício Holiday, no bairro de Boa Viagem, existem duas árvores gliricídias que ficam na calçada do edifício Parador de Cervantes, que sempre fazia poda delas, mantendo-as bonitas. Achei estranho que não teve mais poda e os galhos delas estão quase tocando o chão. Soube que o prédio foi multado por fazer a poda; entretanto, a Prefeitura do Recife, que deveria fazer, nunca fez esse serviço, causando essa má impressão.

Douglas Lobato, por e-mail

Mais um golpe do Congresso Nacional

O combate ao crime organizado sofre mais um golpe, e logo de quem deveria receber mais atenção: o Congresso Nacional. Afinal de contas, em tese, ali se encontram os representantes da sociedade, e esta clama por mais segurança há tempos. Mas, em ano de eleição, demonstrando que os congressistas não querem “largar o osso”, desistiram de taxar as plataformas de apostas, cujos recursos seriam direcionados para o orçamentos das forças de segurança, pois dessa forma sobrará mais dinheiro para as campanhas eleitorais desses insaciáveis parlamentares. É deixar à míngua o combate ao crime organizado, é entregar um carro e não prever recursos para abastecê-lo; em linguajar futebolístico, jogar para a torcida.

Carlos Alberto, por e-mail

Horário da final do Pernambucano 

A decisão de marcar um jogo entre dois gigantes do Recife, como Sport e Náutico, às 18h, é no mínimo, questionável. Em uma cidade como Recife, onde a mobilidade urbana já é um desafio e a segurança pública é uma preocupação constante, realizar a partida no início da noite aumenta consideravelmente os riscos para os torcedores. O deslocamento na volta para casa acontece já no escuro, com transporte público lotado, trânsito intenso e maior vulnerabilidade a ocorrências. Tradicionalmente, clássicos desse porte eram realizados às 16h, aproveitando a luz do dia, o que naturalmente reduz tensões e facilita a organização da segurança. A mudança para as 18h deixa claro que o critério principal não é o bem-estar do torcedor, mas sim os interesses financeiros ligados às transmissões televisivas. O clássico deveria ser uma festa - não um fator de insegurança.

Paulo de Luna, por e-mail

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