Voz do Leitor, 13/01: Lixo espalhado e matagal na Praia do Janga
A denúncia do leitor da coluna ocorre na Rua Dom Bosco. Ele cobra da Prefeitura do Paulista a realização da limpeza urbana e a capinação do local
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Lixo espalhado e matagal na Praia do Janga
Alô, Prefeitura do Paulista. Aqui na Rua Dom Bosco, no bairro do Janga, nas proximidades da beira da praia, está repleta de lixo. A limpeza urbana do município não vem realizando o serviço com frequência, deixando as ruas sujas. Além disso, há meses que não é feita a capinação do mato da referida rua, que cresce cada vez mais. Os moradores pedem urgência na resolução desses problemas.
João Matos, por e-mail
Parque Jardim do Poço sem fiscalização e segurança
Alô, Prefeitura do Recife. Na última sexta-feira (9), no Parque Jardim do Poço, os meus pais - dois idosos, de 76 e 74 anos - foram atropelados por crianças andando de skate e patinete na pista de caminhada e chegaram a cair no chão, com ambos se machucando. Pior, nenhum guarda patrimonial se apresentou para ajudar e nem tomar as medidas cabíveis em relação às crianças. Várias pessoas reclamam desse problema. Será vão esperar acontecer algo grave para tomar alguma providência, prefeito João Campos?
Erick Prado, por e-mail
Conta da Neoenergia
O prestador da Neoenergia foi no meu prédio, como de rotina, realizar as leituras de consumos e emitir as contas. Recebi a conta, porém, não consigo pagar nem via Pix ou código de barra, pois a mensagem que recebo é que os códigos não estão liberados. Fui no site da Neoenergia, área do cliente, e não consta contas pendentes nem opção de emitir 2ª via. Baixei o app e, para logar, pediram para cadastrar nova senha; entretanto, para realizar essa operação, precisa de um código que supostamente o app envia para o e-mail. Aguardei mais de 10 minutos e esse código não chegou. Pergunto a Neoenergia: como devo proceder para pagar a conta que está em minhas mãos e que foi emitida pelo prestador, se a mesma continua ainda sem autorização para pagamento?
Wilton Batista, por e-mail
Eleições se aproximam
Como no Brasil há eleições a cada dois anos, este ano, prefeitos e vereadores passam a se ocupar mais do acompanhamento de candidatos aos governos estaduais e aos legislativos do que do funcionamento da máquina pública. O cidadão, por sua vez, vai sendo distraído por festas e, depois, por fotografias. Com a aproximação das eleições, instala-se mais uma “guerra de torcida” por políticos de estimação, em vez da cobrança por projetos relevantes, mensuráveis e verificáveis. E o voto segue obrigatório, o cidadão permanece no papel de “ingênuo útil” do sistema político - e a indústria das fotos segue a pleno vapor.
Pedro Cardoso, por e-mail
Acordo Mercosul-UE
Mais uma vez, lá vem a indústria brasileira, através da Abimaq, reclamar de que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia vai prejudicar àquela indústria. Ora, há dezenas de anos a indústria nacional tem praticamente uma reserva de mercado, pois as tarifas de importações de produtos industrializados de fora tornam esses produtos muitíssimos mais caros que os locais e, por conta disso, os nossos industriais se acomodaram. E por que isso? Porque as nossas fábricas, de modo geral, têm baixa produtividade e pouca atualização tecnológica. Ou seja, paramos no tempo e no espaço. Ao meu ver, teríamos apenas exceções a produtos chineses, que praticam uma concorrência desleal por conta dos altos subsídios dados pelo governo chinês.
Marco Wanderley, por e-mail