Polícia envia reforço para a Baixada Santista após assassinato de ex-delegado-geral
Batalhão de Choque e equipes de elite do Deic e DHPP estão na região para "caçada" aos assassinos de Ruy Ferraz Fontes, executado em Praia Grande
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O Governo de São Paulo enviou um grande reforço policial para a Baixada Santista na noite desta segunda-feira (15), após o assassinato do ex-delegado-geral da Polícia Civil, Ruy Ferraz Fontes. Uma "caçada" foi iniciada para localizar os criminosos envolvidos na execução.
O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmou que mais de uma centena de policiais da capital, incluindo equipes de elite do DHPP (Homicídios) e do Deic (Crime Organizado), foram mobilizados para a investigação. "Determinei a ida do (Batalhão de) Choque para a Baixada para tranquilizar a população", afirmou Derrite.
O ataque
A operação de resposta foi desencadeada após Ruy Ferraz Fontes ser morto em uma emboscada em Praia Grande, quando saía da prefeitura local. Imagens de segurança mostraram que o ex-delegado estava em fuga, em alta velocidade, quando seu carro foi atingido por um ônibus e capotou. Na sequência, os criminosos desceram de uma picape armados com fuzis e dispararam contra Fontes, que tentou reagir.
"Crime de Máfia"
Promotores do Ministério Público de São Paulo (Gaeco) classificaram o ato como um "crime de máfia". Ruy Ferraz Fontes era um alvo de alto valor para o crime organizado, tendo sido o responsável, em 2006, por indiciar toda a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), incluindo seu líder máximo, Marcola.
A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) lamentou a morte, afirmando que a "coragem e os enormes prejuízos impostos às organizações criminosas fizeram dele alvo da violência que sempre combateu com bravura".
(Com informações do Estadão Conteúdo)
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