Casa Sorri oferece apoio gratuito a pacientes com fissura labiopalatina, no Recife
Instituição na Ilha do Leite oferece hospedagem gratuita a pacientes com fissura labiopalatina atendidos no IMIP; trabalho é mantido por doações
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Há oito anos, a Casa Sorri, localizada na Ilha do Leite, no Recife, tem acolhido gratuitamente famílias de crianças com fissura labiopalatina que vêm de diferentes estados para tratamento no IMIP.
A instituição oferece hospedagem, alimentação e apoio durante o período de atendimento médico, tornando possível a continuidade do cuidado para muitos pacientes.
Acolhimento para quem vem de longe
Instalada de forma discreta na Rua Esperanto, a Casa Sorri funciona como um ponto de apoio essencial para famílias que precisam se deslocar para o Recife em busca de tratamento.
Lavínia, mãe de uma criança de um ano e quatro meses, vinda do interior do Rio Grande do Norte, destacou a importância do espaço."Sem família aqui, o tratamento do meu filho seria quase impossível. Eles oferecem acolhimento como se fosse nossa própria casa", relatou.
A instituição disponibiliza dormitórios separados para homens e para mulheres com crianças, além de refeições diárias e uma brinquedoteca para os pequenos. Ao longo dos anos, a Casa Sorri já acolheu pacientes e familiares de 13 estados das regiões Norte e Nordeste, todos atendidos pelo IMIP.
"Hoje atendemos pessoas de 232 cidades e municípios. Após o tratamento, eles vêm para a Casa, onde acolhemos com amor e carinho. Também temos um projeto de inclusão para colocar adolescentes na faculdade", explicou um representante da instituição.
Instituição precisa de apoio
O apoio oferecido pela Casa Sorri é fundamental para garantir que os pacientes consigam completar o tratamento, que muitas vezes exige acompanhamento contínuo e revisões médicas. Além da assistência imediata, também investe na inclusão social dos jovens atendidos, ampliando oportunidades educacionais e de integração.
A Casa Sorri está habilitada a receber doações por meio da declaração do Imposto de Renda. Para contribuir, o doador deve optar pelo modelo completo da declaração e destinar o valor ao fundo para crianças e adolescentes.
Caso haja restituição, o valor doado é somado ao total a receber. Já para quem tem imposto a pagar, o sistema gera duas guias, sem alterar o valor final devido.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial, com base em vídeo autoral da TV Jornal, sob monitoramento de jornalistas profissionais