Família e amigos protestam por justiça no caso Renata Alves Costa às vésperas de julgamento
Vestindo camisas e segurando cartazes, os participantes lembraram a trajetória da vítima e reforçaram o pedido por responsabilização do acusado
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Familiares, amigos e representantes do Instituto Banco Vermelho realizaram um ato em frente ao Fórum Rodolfo Aureliano, no Recife, em memória de Renata Alves Costa e para cobrar justiça, três anos e meio após o feminicídio.
Vestindo camisas e segurando cartazes, os participantes lembraram a trajetória da vítima e reforçaram o pedido por responsabilização do acusado.
Crime e lembrança da vítima
Renata foi assassinada em 6 de agosto de 2022, dentro do próprio apartamento no bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife. Familiares destacam que ela era uma pessoa forte, carinhosa e sempre disposta a ajudar, mantendo viva a memória durante o ato público.
O réu, João Raimundo Vieira da Silva de Araújo, namorado de Renata na época do crime, será julgado por feminicídio e outros crimes. Ele sustenta que o disparo teria sido acidental, versão que não convenceu a família nem os investigadores.
O julgamento ocorre de forma reservada, a pedido da defesa, com acesso restrito a alguns familiares na 1ª Vara do Tribunal do Júri da capital. Não há prazo definido para a conclusão da sessão.
Mobilização por justiça
Durante a manifestação, os participantes destacaram a expectativa por uma condenação considerada justa, não apenas em memória de Renata, mas também como forma de reforçar a proteção a outras mulheres.
O sentimento predominante entre familiares é de apreensão e esperança de que o caso tenha um desfecho definitivo.
A sessão é presidida pelo juiz José Carlos Vasconcelos Filho, responsável por conduzir os trabalhos e garantir o andamento do julgamento.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial, com base em vídeo autoral da TV Jornal, sob monitoramento de jornalistas profissionais.