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Mãe denuncia dificuldade para garantir vaga escolar para filho autista no Recife

Mesmo após inscrição no prazo, criança de seis anos segue em fila de espera; pais vivem incerteza às vésperas do início do ano letivo

Por TV Jornal Publicado em 23/01/2026 às 9:42

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Desde novembro, a dona de casa Andressa tenta garantir uma vaga na Escola Municipal Bola na Rede, no Recife, para o filho de seis anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Apesar de ter realizado a inscrição dentro do prazo estabelecido pela rede municipal de ensino, o pedido permanece com o status “em análise”, sem uma definição até o momento.

As inscrições para o ano letivo foram abertas em 6 de novembro. Segundo Andressa, ao acessar o sistema da Secretaria de Educação do Recife, constavam duas vagas disponíveis na unidade escolar. Ela realizou o cadastro do filho imediatamente, mas, meses depois, ainda não obteve resposta.

Escola aponta limitações e fila de espera

Em busca de esclarecimentos, Andressa procurou a direção da escola, mas foi informada de que, naquele momento, não havia vaga disponível. A mãe afirma ter seguido todos os procedimentos exigidos pela Secretaria de Educação, incluindo inscrição no sistema oficial, mas continua aguardando na fila.

Ela ressalta que não atribui a responsabilidade exclusivamente à escola, já que as decisões sobre ampliação de vagas dependem de instâncias superiores, como a Prefeitura do Recife e a Secretaria de Educação. Segundo Andressa, os órgãos ainda não apresentaram uma resposta concreta para a situação.

Falta de investimento e outras famílias afetadas

A mãe acredita que a unidade escolar possui espaço físico para ampliar o atendimento, mas afirma que faltam investimentos para garantir mais vagas, especialmente para crianças com necessidades específicas. O mesmo problema, segundo ela, se repete na creche da comunidade, onde várias famílias também aguardam retorno, enfrentando respostas padronizadas de que as solicitações seguem “em análise”.

Procurados pela reportagem, representantes da unidade não concederam entrevista.

Secretaria acompanha o caso, diz coordenação

A coordenadora da escola informou, sem gravação, que a Secretaria de Educação do Recife já está ciente da situação e que a unidade vem cobrando providências. Segundo ela, as mães permanecem na fila de espera e devem ser comunicadas oficialmente pela Secretaria sobre a disponibilidade ou não das vagas.

Incerteza às vésperas do início das aulas

Com o início do ano letivo marcado para 3 de fevereiro, a indefinição preocupa pais e responsáveis.

“E agora, meu filho vai ficar sem estudar?”, questiona Andressa, que relata dificuldades para conciliar a rotina de trabalho com a busca pelo direito à educação do filho.

Ela afirma que seguirá lutando não apenas pela vaga da criança, mas também pelo acesso à educação de todas as famílias que enfrentam a mesma situação.

Esse texto foi gerado por inteligência artificial, com base em vídeo autoral da TV Jornal, sob monitoramento de jornalistas profissionais

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