Mulher é presa suspeita de tentar jogar filho de 3 meses pela janela em Jaboatão
Segundo a polícia, mulher estava embriagada quando teria segurado o bebê pela roupa e ameaçado arremessá-lo do segundo andar; criança não ficou ferida
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Uma mulher de 25 anos foi presa suspeita de tentar matar o próprio filho, um bebê de apenas 3 meses, na noite da última quinta-feira (6), no bairro de Vila Rica, em Jaboatão dos Guararapes.
Segundo relatos registrados no boletim de ocorrência, a mulher estava sob efeito de álcool quando teria segurado a criança pela roupa e ameaçado jogá-la pela janela do segundo andar do prédio onde morava.
Bebê foi entregue aos avós paternos
A ocorrência aconteceu por volta das 23h30, em um apartamento localizado na Avenida Um. De acordo com os relatos, a mulher morava sozinha com o filho e teria passado o dia ingerindo bebidas alcoólicas. Pessoas que estavam no local conseguiram intervir e retirar o bebê dos braços da mãe antes que ele fosse jogado pela janela.
A criança não ficou ferida e foi levada para a casa dos avós paternos. Ainda segundo o boletim de ocorrência, após o episódio, ela teria ido até a residência dos avós da criança carregando pedras. A Polícia Militar foi acionada e a mulher acabou sendo presa.
Durante a abordagem policial, a mulher também teria desacatado os agentes, com xingamentos e ameaças. Ela foi encaminhada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no Recife, e passou por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (7).
Pai quer ficar com a guarda da criança
O pai do bebê, que é ex-companheiro da mulher, relatou à reportagem que os dois mantiveram um relacionamento por cerca de um ano. Segundo ele, em novembro do ano passado, a mulher teria tentado agredi-lo com golpes de faca. O caso, de acordo com o relato dele, não resultou na prisão da suspeita.
O homem afirmou ainda que a mulher não teria aceitado o fim do relacionamento. Ainda segundo o pai, a criança foi registrada pela mãe sem o nome dele na certidão de nascimento. Ele afirmou que já havia manifestado interesse em registrar o bebê, mas que não teria recebido os documentos necessários, e agora pretende buscar judicialmente a guarda do filho.