Trio de Ala transforma o Galo da Madrugada em palco da cultura nordestina com encontros musicais
Em cinco horas de percurso, Fabiana Pimentinha comandou apresentações e celebrou a tradição do Carnaval do Recife ao lado de convidados especiais
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O sábado de Zé Pereira (14) foi de festa, emoção e identidade nordestina nas ruas do Recife. Pelo terceiro ano consecutivo, o Trio de Ala integrou a programação oficial do Galo da Madrugada e levou música, animação e pertencimento a milhares de foliões ao longo de aproximadamente cinco horas de percurso.
Realizado em parceria com a TV Jornal/SBT, o projeto faz parte das ações de patrocínio da marca à festa e fortalece sua conexão com a maior manifestação popular do país e com a essência do Carnaval nordestino.
Ocupando a 18ª posição no desfile, o trio de Ala reforçou a parceria da marca com o Maior Bloco de Carnaval do Mundo e transformou o trajeto em um verdadeiro palco da cultura pernambucana.
A ação fez parte do patrocínio de Ala ao Galo da Madrugada e consolidou a presença da marca como apoiadora ativa da maior manifestação popular do país. Durante todo o percurso, o trio reuniu foliões de diferentes gerações, embalados por um repertório vibrante e por participações especiais que exaltaram a música nordestina.
À frente da animação, Fabiana Pimentinha comandou a festa com clássicos do Carnaval e promoveu encontros marcantes no palco. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem a Reginaldo Rossi.
Se estivesse vivo, o cantor pernambucano teria completado mais um ano de vida no dia 14 de fevereiro, data do desfile. Para celebrar o legado do “Rei do Brega”, Fabiana convidou Marlene Andrade, cantora de brega, que dividiu o microfone em uma apresentação carregada de memória afetiva e coro coletivo.
O trio também recebeu a participação da cantora de forró e multiartista Maria Fulô, pernambucana radicada há anos em São Paulo, que retornou ao Recife especialmente para participar da grande festa popular. Sua presença simbolizou o reencontro com as raízes e reforçou o sentimento de pertencimento que marcou toda a ação.
“Estou no meu 26º desfile no Galo da Madrugada. É sempre uma felicidade, uma alegria estar presente no meu Pernambuco, no meu Recife. Sou Galo de Ouro, recebi a honraria do nosso presidente Rômulo Menezes. É uma pernambucana em cima do trio, cantando para os foliões maravilhosos junto com Ala. Alegria maior, não há", celebra a multiartista.
No meio da multidão, o entusiasmo era evidente."A festa tá linda, tá maravilhosa!É um prazer tão grande receber esse convite fazer parte dessa festa da Ala junto com a família", destacou a gerente Judite Leite, foliã e funcionária da Ala.
"Ala é gente da gente, é cultura, é esse calor, essa energia, essa vibração...O Ala é tudo. Eu tô aqui participando, mas tem um monte de gente na fábrica fazendo muito mais pra gente", completa Judite, que acompanhou o percurso do trio do início ao fim.
Já o casal Thúlyo Araujo, desenvolvedor de software, e a engenheira Rafaela Lima vestiu a camisa, literalmente de Ala, para aproveitar a festa do Galo da Madrugada em cima do Trio de Ala.
A repórter Érika Alves também esteve presente pelo segundo ano consecutivo, acompanhando de perto o agito do Trio de Ala, com flashes na programação da TV Jornal/SBT e cobertura digital, ampliando o alcance da ação para além das ruas.
Essência nordestina em movimento
A presença no Galo integrou o conceito da campanha “Ala: a Essência Secreta na Folia, feita no Nordeste”, que celebra a energia, a identidade cultural e a tradição que atravessa gerações na região. Ao se conectar ao Galo da Madrugada, maior expressão do Carnaval de rua nordestino, Ala reforçou seu vínculo com o território onde é produzida e com o público que constrói, ano após ano, a força da festa.
Em 2026, o Galo trouxe como mote a fraternidade, com o tema “Galo Folião Fraterno”, prestando tributo ao legado de Dom Helder Câmara e à psiquiatra Nise da Silveira. A alegoria de 32 metros, montada na Ponte Duarte Coelho, também incorporou as cores do Brasil em referência ao ano de Copa do Mundo, ampliando o simbolismo da celebração.
Ao final do percurso, ficou a certeza de que o Trio de Ala foi mais do que uma ativação de marca: foi um espaço de encontro, memória e celebração coletiva. Entre frevos, bregas e forrós, o público viveu um Carnaval que uniu tradição e emoção, exatamente como propõe a essência da folia nordestina.
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