Roubo de bicicletas no Hipódromo: moradores comentam alta na criminalidade local
Os crimes estão acontecendo na praça do bairro e imagens de câmera de segurança registraram a ação de um dos suspeitos. Confira detalhes
Moradores do bairro do Hipódromo, Zona Norte do Recife, denunciam uma alta no roubo de bicicletas, crime que vem chocando e tirando a paz de quem passa no bairro.
Os crimes estão acontecendo na praça do bairro e imagens de câmera de segurança registraram a ação de um dos suspeitos.
Em um dos momentos flagrados, é possível obervar um homem, usando uma blusa vermelha, caminha no entorno da praça e observa um adolescente voltando da escola de bicicleta.
Roubo de bicicleta
O menor ainda estava pedalando quando o suspeito entrou na frente da bicicleta e obrigou que o menino descesse, levando o meio de transporte.
"A gente é muito inseguro aqui. Inclusive eu e uns amigos já fomos assaltados aqui dentro da praça. O cara parou a gente aqui, passando de moto, tirou a arma. Roubou celular e tudo. A polícia na esquina e não fizeram nada", contou uma moradora.
Uma outra moradora contou que só costuma caminhas até às 16h, pois às 18h a rua fica mais esquisita e aumenta a chance de assaltos na região: "É muito esquisito, muita gente fumando maconha aí dentro. Muita gente mal encarada aqui. Eu tenho medo de ser assaltada".
Moradoras tem medo, inclusive, de sair usando brinco, pois em caso de abordagens criminosas, temem alguma violência.
"Eu fico com medo de rasgarem a minha orelha, puxar. Já teve um caso aqui que a menina estava com a chave nos dedos e o ladrão achou que era um anel. Quando viu que não era jogou ela na avenida, na Estrada de Belém, para os carros pegarem".
Uma idosa conta que já presenciou dois roubos de bicicleta nas proximidades de sua residência e conta que os principais alvos são adolescentes.
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Policiamento
Apesar de ter um posto policial na praça, os moradores questionam a falta de policiamento no bairro.
A Polícia informa, através de nota, que a sede funciona como uma unidade adminstrativa e por isso os policiais que ficam na sede orientam as vítimas a registrarem boletins de ocorrência.