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Diretor premiado Rodrigo Giannetto lança série e plataforma global "Girls Just Wanna Have" para exaltar histórias femininas

O diretor brasileiro Rodrigo Giannetto estreou sua nova série documental e plataforma mundial feminina, intitulada "Girls Just Wanna Have"!

Por Maria Luísa Fernandes Publicado em 06/08/2026 às 15:26

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Vencedor do International Emmy Awards, o diretor brasileiro Rodrigo Giannetto estreou sua nova série documental e plataforma mundial feminina, intitulada "Girls Just Wanna Have".

Disponível desde 1° de agosto de 2026, a produção reúne histórias reais de mulheres talentosas em cidades como Tóquio, Barcelona, Nova York, Londres, Sicília, Los Angeles, Buenos Aires e Brasília, mostrando como suas origens, culturas e rotinas moldam suas trajetórias pessoais e profissionais.

Girls Just Wanna Have

Em entrevista ao Social1, Giannetto destacou a importância de comandar um projeto tão intimista. "Foi um prazer e acabou sendo inspirador porque as histórias dessas mulheres também acabam nos incentivando como homens. E acho que é aí que está o grande espírito da série, da plataforma, que é exatamente colocar de forma muito mais junta essa relação homem-mulher. Ser ouvido, compreender e entender qual foi a história dessas mulheres para chegar até aqui. Não só dessas mulheres que estão aqui, mas das mulheres na história que lutaram para que elas estejam aqui", iniciou.

Divulgação
Imagem da série documental "Girls Just Wanna Have" - Divulgação

O cineasta ressaltou também o desejo de gerar impacto e identificação. "Mas é bom nessa experiência minha, como diretor e pesquisador nas minhas produções, poder proporcionar para o público, para essas pessoas que estão na luta, que estão buscando se tornarem pessoas melhores, possam se inspirar por essas histórias tão maravilhosas que todas essas mulheres que aqui estão. Todo mundo tem o seu desafio, a sua missão e o seu brilho e acho que a plataforma está aqui para reverberar isso para as pessoas e criar uma grande conexão de experiências", continuou.

Ao explicar o conceito central do projeto, Giannetto detalhou a troca cultural proposta. "O grande objetivo foi apresentar a história de mulheres com comparativos entre suas cidades, suas culturas e suas realidades. Eu acho que isso pode trazer muita reflexão e inspiração intercontinental. Muito do que deu certo numa cidade pode ser aproveitado por outras. Então, essa informação precisa circular. Tanto a série como a plataforma têm esse objetivo: fazer essas mulheres e essas histórias se encontrarem. Eu acho que esse é o objetivo principal", afirmou.

Sobre o futuro do projeto, o diretor adotou um tom orgânico. "Eu não estou aqui criando uma grande expectativa de algo mega ou não. Acho que o assunto por si só é grandioso, mas eu quero que essa plataforma se construa conforme as experiências. Que seja como água, seja leve e seja especial, que essa plataforma se construa com essas relações e tudo que a gente for sentindo de necessidade: eu, como diretor, as mulheres que participarem, as pessoas que estiverem envolvidas. Que a gente possa entender o que de melhor podemos proporcionar, como experiência, como audiovisual dentro dessa plataforma", explicou.

Transformação Coletiva

As entrevistadas também compartilharam a emoção de integrar o elenco. "Foi muito emocionante porque parece que eu me senti mais mulher ainda depois de ter visto o episódio. Dá uma força muito grande saber que eu estou junto dessas mulheres lindas aí, todas nós lutando por alguma coisa, coisas diferentes, profissão e até mesmo lifestyle. Então foi muito emocionante para mim, eu ali no meio de todas essas mulheres", disse a tatuadora Dani Balbino.

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Imagem da série documental "Girls Just Wanna Have" - Divulgação

Para Deni, o processo de gravação trouxe novas percepções sobre a própria rotina. "Acho que foi um sentimento de mudança porque você se vendo de fora, você consegue ver coisas que não vê normalmente. No momento, eu estou vivendo a vida da maternidade, vivendo um amor que eu nunca vivi antes, que é pelo meu filho. Eu acho que a série faz você ver coisas que você não consegue ver no dia a dia, talvez se conhecer melhor. E fora isso, conhecer essas mulheres aí, todas conversando com a gente agora", revelou.

A musicista Izabella Rocha enfatizou a força coletiva da narrativa. "É uma oportunidade de que a sua história possa transformar e encorajar a vida de outras mulheres. É muito sobre isso e, ao mesmo tempo, quando você vê de fora, a sua fala ali, fazendo parte de um grupo, de outras histórias, de outras mulheres e isso reverberando no mundo inteiro, é um grande presente do universo e me dá muita força para continuar", afirmou.

Em seguida, a artista finalizou: "O sentimento foi, de certa forma, contribuir para que a nossa história possa reverberar na vida de outras mulheres. Quando a gente ouve a nossa história de fora, nos enxergamos de uma forma maior do que as nossas vivências cotidianas e entendemos profundamente que podemos influenciar outras mulheres".

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Maria Luísa Fernandes

mrodrigues@jc.com.br

Sou jornalista do blog Social 1, especializada em doramas e cultura pop. Com uma paixão por dramas asiáticos e as últimas tendências do entretenimento, trago aos leitores notícias e curiosidades para mantê-los informados!