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Vidente que acertou previsão do Globo de Ouro revela resultados do Oscar 2026 para o Brasil

Após prever os vencedores do Globo de Ouro, o vidente Pedro Baldansa revela suas previsões para o Oscar 2026 e aponta o destino do Brasil na premiação

Por Alice Lins Publicado em 20/02/2026 às 22:30

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Após ganhar notoriedade ao acertar previsões relacionadas ao Globo de Ouro, o vidente Pedro Baldansa volta a chamar atenção ao divulgar novas projeções sobre a temporada de premiações. Desta vez, o foco é o Oscar 2026, principal evento da indústria cinematográfica mundial, e o possível desempenho do Brasil na disputa pelas estatuetas.

Autor do livro Os Caminhos da Prosperidade, Pedro também defende que resultados não dependem apenas de talento, mas de energia, posicionamento e alinhamento estratégico. Na obra, ele explora como a combinação entre espiritualidade, mentalidade e ação prática pode potencializar conquistas, conceito que ele aplica inclusive às análises sobre o cinema brasileiro na temporada de premiações.

Segundo ele, as leituras espirituais indicam um cenário promissor para o cinema nacional, com chances concretas de reconhecimento internacional. As declarações surgem em um momento estratégico da corrida pelo prêmio e já provocam debates entre cinéfilos, especialistas e internautas, reacendendo as expectativas em torno da presença brasileira na maior celebração do cinema.

Antes de detalhar os pontos positivos e os desafios que surgem no caminho do filme, Pedro Baldansa explica que fez uma análise prévia nas cartas e na numerologia para entender o cenário espiritual que envolve a produção na disputa pelo Oscar 2026. Segundo ele, o resultado trouxe alertas, mas também sinais claros de destaque e reconhecimento.

"O que eu vi nas cartas antes de fazer essa entrevista foi o seguinte: uma influência. De energia externa, de inveja, como se houvesse algum tipo de força de um concorrente ali se unindo com outros nos bastidores para tentar minar alguma coisa, a nível de convencimento de votos ali dos participantes da academia. Então, existe essa influência contrária", explica o vidente.

Apesar do alerta sobre possíveis movimentações nos bastidores, Pedro destaca que o cenário espiritual não é predominantemente negativo e que os sinais mais fortes apontam para um desfecho favorável ao longa na premiação.

"No entanto, as cartas e a numerologia do filme são muito boas, mostrando sucesso, mostrando êxito, mostrando reconhecimento. Inclusive, quando eu tirei as cartas antes, veio a carta do sol, que fala de brilho, de sucesso, e mostra realmente esse destaque para o filme. O que eu digo é que ao menos uma estatueta vem para a gente", afirma.

REPRODUÇÃO/O AGENTE SECRETO
Cena de diálogo entre Seu Alexandre (Carlos Francisco) e Marcelo (Wagner Moura) em "O agente secreto" - REPRODUÇÃO/O AGENTE SECRETO

Por mais que exista um certo otimismo em relação à conquista, o vidente pondera que as cartas não indicam exatamente em qual categoria o reconhecimento pode acontecer, mas reforçam a tendência de vitória ao longo da temporada.

"Claro que não tem carta de Oscar, carta de melhor filme, não tem como a gente saber exatamente a categoria, mas ao menos uma vem, porque as cartas tão boas, a numerologia tá bem bacana. E realmente o filme tá com uma energia bem legal para ter não só Oscar, mas eu digo que também mais algum prêmio aí nessa temporada, finalzinho de temporada de premiações, deve vir mais algum prêmio a caminho", revela Pedro.

Ainda assim, ele afirma que, embora o cenário seja positivo, a disputa nas categorias principais costuma ser mais acirrada e envolve uma série de fatores estratégicos além da energia apontada nas cartas.

"Eu diria que melhor filme na categoria principal é um pouco mais difícil. Mas melhor alguma coisa vai ganhar, algum prêmio ganha no Oscar. O filme vai se impor, vai começar a ter uma visibilidade maior envolvendo não só o cinema, mas quando for disponibilizado mais à frente, após a janela nos serviços de streaming, também vai viralizar bastante, vai ser bem comentado e ajudar a trazer visibilidade para o Brasil", confirma.

Além disso, Pedro afirma que toda grande campanha internacional enfrenta resistências e movimentações nos bastidores, especialmente quando envolve um país fora do eixo tradicional de premiações.

Segundo ele, além da qualidade artística, entram em jogo articulações políticas, preferências pessoais e até disputas de influência dentro da própria indústria, fatores que podem interferir diretamente no resultado.

"Agora, sobre influências negativas, além dessa questão de outros se unirem contra, existe também uma questão de algumas pessoas que possam tentar jogar contra a figura do Wagner Moura. Ele é uma pessoa bem tranquila, fala com todo mundo, é muito simpático, tem bastante empatia, mas tem alguns que torcem o nariz, os mais conservadores da academia não gostam muito desse tipo de perfil de ator", diz o vidente.

Reprodução
Wagner Moura em O Agente Secreto - Reprodução

De acordo com Pedro, esse tipo de resistência costuma acontecer de maneira sutil, nos bastidores, influenciando articulações e alianças que podem pesar especialmente em categorias mais competitivas.

"Esse pessoal pode tentar favorecer um concorrente dele, todos indo em apenas um para que ele não vença. Se ele se socializar, se enturmar um pouco mais, aí ele tem uma chance maior. Mas é difícil você se enturmar quando tem gente que você sabe que não é muito sincera com você", comenta.

Para o vidente, se há resistência nos bastidores, a numerologia mostra que existe uma força ainda maior sustentando o filme.

Ele afirma que os números que regem a obra indicam apoio coletivo, expansão e reconhecimento, como se a produção estivesse amparada por uma vibração que atrai torcida e visibilidade.

Segundo Pedro, quando a numerologia aponta prosperidade e destaque, isso sugere que o projeto não depende apenas de articulações internas, mas também de uma energia favorável que nasce do engajamento do público e da identificação que a história desperta.

"Nós temos dois posicionamentos. Eu gosto de fazer esses dois cálculos porque um remete ao lançamento em Cannes. A gente tem ali uma data cuja soma dá o número cinco, que fala de liberdade, transgressão, desobediência, denúncia, questionamento, tudo que envolve a história, o cerne do filme", expõe.

Essa análise inicial abre caminho para um segundo ponto que considera ainda mais estratégico dentro da numerologia do projeto, especialmente quando se observa a força do nome da obra e da data de estreia no Brasil.

"E nós temos o lançamento no Brasil e também, por coincidência - ou não, porque nada é coincidência - o nome da obra. A soma tanto do nome 'O Agente Secreto' quanto da data de lançamento no Brasil dá o número 8", começa. "O 8, além de falar de conquista e prosperidade, dentro do contexto da obra e da energia do filme, remete a histórias que envolvem poder, arquivos, figura de autoridade, tramas ilícitas e controle. Tudo isso tem relação direta com o enredo de O Agente Secreto, com o personagem que precisa lutar contra alguém poderoso que o persegue".

A vibração ligada ao número 8 reforça não apenas a temática do longa, mas também a capacidade de se impor em ambientes competitivos. Na leitura do vidente, quando a energia numerológica aponta poder, estratégia e prosperidade, isso sugere força para enfrentar disputas intensas e se manter relevante ao longo da campanha.

"São posicionamentos estratégicos demais, é difícil ver filmes que tenham esse tipo de combinação numerológica. Eu acredito que não tenha sido algo programado, acho que foi uma feliz coincidência. Porque tem filmes que às vezes são ótimos, mas não conseguem certo destaque por conta de lançamento em dia errado, na lua errada, na época errada", situa.

Diante desse cenário, Pedro avalia que o filme entra na corrida com fôlego em categorias importantes, embora reconheça que a disputa principal costuma ser mais complexa e imprevisível.

"É um grande concorrente a melhor filme internacional. É um grande concorrente a elenco. É um bom concorrente a ator. E um concorrente razoável a melhor filme. Difícil, acho mais difícil", finaliza.

Entre previsões espirituais, cálculos numerológicos e análises sobre os bastidores da indústria, Pedro Baldansa traça um cenário de otimismo cauteloso para o filme na corrida ao Oscar 2026.

Para o vidente, apesar dos desafios naturais de uma premiação tão disputada, a combinação entre energia favorável, apoio do público e força temática da obra pode transformar a temporada em um capítulo marcante para o cinema brasileiro.

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