5 erros que fazem muita gente desistir da academia nos primeiros meses
Dificuldade para se manter na academia costuma ser um problema nos primeiros meses. Especialista explica o que prejudica a constância e como evitar!
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Começar a frequentar uma academia costuma estar entre as metas de quem deseja melhorar a saúde, ganhar condicionamento físico ou mudar hábitos.
No entanto, transformar esse objetivo em uma rotina permanente nem sempre é simples. Os primeiros meses costumam concentrar as maiores dificuldades de adaptação.
Dados citados pela Fast Treino mostram que cerca de 70% dos brasileiros abandonam a prática de exercícios físicos até o terceiro mês.
Segundo José Adeirton, especialista em fisiologia do exercício e biomecânica da rede, a fase inicial exige paciência, constância e metas realistas para que o treino deixe de ser um desafio e passe a fazer parte do cotidiano.
Por que tantas pessoas desistem da academia nos primeiros meses?
A mudança de um estilo de vida sedentário para uma rotina ativa envolve adaptações físicas e comportamentais. Para o especialista, a motivação costuma aumentar quando o praticante respeita seus limites e entende que os resultados aparecem de forma gradual.
1. Esperar resultados imediatos
Um dos erros mais comuns é acreditar que mudanças significativas acontecerão em poucas semanas, porque, quando isso não ocorre, muitas pessoas perdem o entusiasmo.
Segundo José Adeirton, vale observar conquistas que vão além da estética, como melhora da disposição, da qualidade do sono e do desempenho durante os treinos.
2. Começar com intensidade exagerada
Treinar todos os dias e com cargas elevadas logo no início pode provocar dores excessivas, fadiga e aumentar o risco de abandonar a prática.
O especialista recomenda iniciar de forma progressiva, com três ou quatro treinos por semana, priorizando a regularidade em vez da intensidade.
3. Não definir dias e horários para os treinos
Quando a atividade física fica condicionada ao tempo livre, qualquer compromisso pode servir de justificativa para faltar.
A orientação é tratar o treino como um compromisso da agenda e preparar detalhes da rotina, como roupas e alimentação, para reduzir obstáculos.
4. Treinar sem orientação profissional
Utilizar equipamentos de forma incorreta ou seguir um treino inadequado aos próprios objetivos pode gerar insegurança e até favorecer lesões.
José Adeirton recomenda aproveitar o acompanhamento dos professores para esclarecer dúvidas e receber um planejamento compatível com o nível de condicionamento físico.
5. Comparar sua evolução com a de outras pessoas
Observar praticantes mais experientes e tentar acompanhar o mesmo ritmo costuma gerar frustração.
"O único parâmetro justo é a própria evolução", afirma o especialista. Pequenas melhorias na execução dos exercícios, no condicionamento ou na força já representam avanços importantes.
O que ajuda a manter a motivação para treinar?
Além de respeitar o próprio ritmo, encontrar uma modalidade compatível com a rotina pode facilitar a continuidade.
Caminhadas, esportes, pilates, yoga e academias com modelos mais flexíveis, como a Fast Treino, que oferece circuitos full body de até 36 minutos, são algumas alternativas citadas.
"O essencial é manter a constância, respeitando o próprio ritmo e entendendo que a regularidade é o principal fator para gerar benefícios duradouros à saúde e à qualidade de vida", conclui José Adeirton.