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Luz azul faz mal para a pele? Veja o que é mito e o que merece atenção

Você usa telas o dia todo? Entenda o que é mito e o que realmente merece atenção sobre os efeitos da luz azul na pele e descubra como protegê-la!

Por Eduarda Barreto Publicado em 08/07/2026 às 13:36

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Com a chegada do inverno, é comum que muitas pessoas deixem o protetor solar de lado.

A sensação de dias mais frios e com menos incidência de sol faz parecer que a pele está protegida naturalmente, principalmente para quem trabalha em home office ou passa boa parte do dia em ambientes fechados.

Mas será que a luz emitida por computadores, celulares e tablets realmente faz mal à pele? Segundo a dermatologista Dra. Annia Cordeiro (CRM 15085PR – RQE 9989), convidada por Australian Gold, a resposta é diferente do que muita gente imagina.

A luz das telas prejudica a pele?

Nos últimos anos, aumentou a preocupação com os possíveis efeitos da luz azul emitida por dispositivos eletrônicos.

No entanto, de acordo com a especialista, as evidências científicas disponíveis indicam que computadores, celulares e tablets não são os principais responsáveis por danos à pele.

"Essa luz emitida possui intensidade muito baixa e, até o momento, não existem evidências científicas robustas de que a exposição habitual às telas cause dano significativo à pele ou seja responsável pela piora clínica do melasma", explica a dermatologista.

Embora as telas não representem um grande risco, isso não significa que seja possível abandonar o uso do protetor solar durante o inverno.

O verdadeiro vilão está na radiação que atravessa as janelas

Mesmo dentro de casa ou do escritório, a pele continua exposta à radiação ultravioleta. A especialista alerta que os raios UVA conseguem atravessar os vidros das janelas e atingir a pele ao longo do dia.

"Parte da radiação ultravioleta, especialmente a UVA, atravessa os vidros das janelas e continua atingindo a pele. Além disso, muitas pessoas acabam saindo de casa ao longo do dia para resolver algum compromisso inesperado, explica.

“Quando o protetor solar já foi aplicado pela manhã, essa proteção acompanha a pessoa sem depender da programação do dia", afirma.

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Enquanto os vidros bloqueiam grande parte da radiação UVB, responsável pelas queimaduras solares, eles permitem a passagem dos raios UVA, associados ao envelhecimento precoce, ao surgimento de manchas e ao aumento do risco de câncer de pele.

Quem tem melasma precisa de atenção redobrada

Para pessoas que convivem com melasma, os cuidados devem ser ainda maiores. Além da radiação ultravioleta, a luz visível natural emitida pelo sol também pode contribuir para o escurecimento das manchas.

Nesses casos, os protetores solares com cor costumam ser uma boa alternativa, já que os óxidos de ferro presentes na fórmula oferecem uma proteção adicional contra parte da luz visível.

O inverno também exige hidratação

As baixas temperaturas, o vento e a redução da umidade do ar comprometem a barreira natural da pele, favorecendo o ressecamento, irritações e até crises de dermatite.

Por isso, a combinação entre hidratação e proteção solar continua sendo uma das principais recomendações dos dermatologistas durante a estação.

"A regra é simples: assim como escovar os dentes não depende do que você comeu, usar protetor solar não depende da estação do ano nem do tempo lá fora."

Segundo a médica, incorporar o protetor solar à rotina da manhã é a maneira mais eficiente de reduzir os danos acumulados pela radiação ao longo da vida, protegendo tanto quem trabalha ao ar livre quanto quem passa horas próximo às janelas ou circula entre ambientes internos e externos.

Produto para incluir na rotina

Australian Gold Antiox Complex Ultra Fluido FPS 70

Divulgação
Australian Gold Antiox Complex Ultra Fluido FPS 70 - Divulgação

O Australian Gold Antiox Complex Ultra Fluido FPS 70 oferece alta proteção contra os raios UVA e UVB enquanto ajuda a prevenir o envelhecimento precoce da pele.

Sua fórmula reúne filtros solares e ativos antioxidantes, como a Ameixa Kakadu, fruta australiana rica em vitamina C, que auxilia no combate aos radicais livres e na preservação do colágeno.

Com textura ultrafluida, acabamento invisível, efeito matte e toque seco, o produto ainda é resistente à água e ao suor. Além da proteção solar, ajuda a controlar a oleosidade e o brilho por até cinco horas, mantendo a pele hidratada e confortável durante todo o dia.

Cabelo caindo? Saiba o que pode ser!

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