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Atividade física ajuda a envelhecer com autonomia e melhora qualidade de vida, explica especialista

Exercícios regulares contribuem para saúde cardiovascular, mobilidade, bem-estar mental e independência ao longo dos anos.

Por Bianca Tavares Publicado em 14/05/2026 às 11:23

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A expectativa de vida aumentou nas últimas décadas, mas envelhecer bem passou a ser um desafio tão importante quanto viver mais tempo. Nesse cenário, a atividade física aparece como um dos fatores mais associados à longevidade saudável.

Além dos benefícios estéticos, movimentar o corpo regularmente ajuda a preservar funções importantes do organismo, reduzindo riscos de doenças crônicas e contribuindo para autonomia física e saúde mental ao longo dos anos.

Segundo o médico do exercício e esporte, Dr. Rafael Marchetti, a relação entre atividade física e qualidade de vida vai além da performance.

“Viver mais significa também viver melhor e para isso é preciso ter atenção a diversos fatores, mas um dos mais importantes é a atividade física”, explica.

Entre os principais benefícios associados à prática regular estão melhora da pressão arterial, controle da glicose, redução da gordura corporal e menor risco cardiovascular.

“O corpo humano foi feito para se mover. Quando a pessoa se exercita, diversos sistemas passam a funcionar de forma mais eficiente”, destaca o Dr. Rafael Marchetti.

Com o avanço da idade, fatores como perda muscular, redução de força e rigidez articular tendem a comprometer tarefas simples do cotidiano, como subir escadas, carregar peso ou levantar da cama.

Segundo o especialista, exercícios de força e mobilidade ajudam a desacelerar esse processo e preservar a independência funcional.

“Não basta viver mais se a pessoa perde independência cedo. Manter musculatura ativa é decisivo para envelhecer bem”, afirma.

Os impactos positivos também aparecem na saúde mental. A prática regular de exercícios contribui para melhora do humor, redução do estresse e aumento da qualidade do sono.

“O exercício atua inclusive no cérebro, liberando substâncias ligadas à sensação de prazer e equilíbrio emocional. Por isso, movimentar-se também é estratégia de saúde mental”, explica o Dr. Rafael Marchetti.

Outro ponto destacado pelo médico é que consistência costuma ser mais importante do que intensidade extrema.

Caminhadas, musculação, esportes recreativos, pilates, funcional e atividades aeróbicas podem trazer benefícios significativos quando incorporados de forma contínua à rotina.

“A melhor atividade física é aquela que a pessoa consegue manter no longo prazo com segurança. O exercício não serve apenas para estética ou performance. Ele é uma ferramenta poderosa para viver mais e melhor”, finaliza o Dr. Rafael Marchetti.

Créditos: Dr. Rafael Marchetti (IMF Press Global)

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