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O centenário do multi-instrumentista Moacir Santos, sob o olhar do maestro Cacá Malaquias, ao sabor de muito café

Nascido em Flores, Moacir Santos é tão reverenciado no exterior como, injustamente, esquecido no Brasil. Café & Conversa resgata seu legado. Confira!

Por Romoaldo de Souza Publicado em 12/07/2026 às 12:42 | Atualizado em 12/07/2026 às 12:49

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Café & Conversa: Estávamos aqui, na redação/cafeteria informal do Café & Conversa, quando me veio a ideia de escrever sobre o centenário do grande jazzista e multi-instrumentista Moacir Santos, nascido em Flores, no Sertão do rio Pajeú, em 26 de julho de 1926.


Fui atrás do maestro carnaibano, como eu, Cacá Malaquias. Conversamos horas e horas — literalmente, horas e horas — sobre Moacir Santos e sua música extraordinária.


Cacá e eu, embora separados por mais de dois mil e cem quilômetros, concordamos plenamente em alguns pontos. O primeiro deles é que parece praticamente impossível criar música ou elaborar arranjos sem a influência da cafeína, essa substância deliciosa presente no café. O segundo é a constatação de que, enquanto artistas locais passam um verdadeiro perrengue para sobreviver da própria arte, muitas prefeituras e governos estaduais continuam "torrando" dinheiro público na contratação de artistas e em espetáculos de qualidade duvidosa.


Moacir Santos morreu em Pasadena, Califórnia, nos Estados Unidos, em 6 de agosto de 2006, deixando uma obra que continua reverenciada no exterior e que merece ser cada vez mais conhecida no Brasil.
Confira a nossa conversa!

Um abraço, bom café!

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