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Economia e Negócios: Economia criativa e inovação criativa em PE

Integração entre patrimônio histórico, tecnologia e inclusão social transforma a diversidade cultural pernambucana em motor de geração de renda

Por Com informações da Rádio Jornal Publicado em 29/09/2026 às 8:25

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A cultura em Pernambuco consolida-se como um vetor estratégico de transformação socioeconômica, movimentando cadeias produtivas inteiras e impulsionando novos negócios e postos de trabalho no estado. Integrada como a 11ª frente da estratégia de desenvolvimento "Rotas para o desenvolvimento de Pernambuco até 2035", a valorização cultural surge associada à capacidade de inovar, preservar saberes e expandir a participação da sociedade na vida econômica e social.

 

Setores estratégicos e a formação de polos criativos

O conceito de economia criativa no estado abrange segmentos diversificados, como audiovisual, música, design, moda, gastronomia, artesanato e jogos digitais, capazes de combinar geração de renda e incorporação de tecnologia. A diretriz apresentada prevê a implementação de uma política estadual articulada, conectando cultura, turismo, inovação e desenvolvimento regional.

Entre as medidas centrais está a implantação de distritos e polos criativos voltados para a aproximação entre o patrimônio histórico, as universidades e o setor empresarial. Essa integração busca modernizar a circulação econômica por meio de estratégias como:

  • Digitalização de acervos e preservação: modernização de acervos culturais e revitalização de centros históricos;
  • Sinergia com o turismo: integração de equipamentos culturais às rotas turísticas locais para alavancar a circulação de visitantes e expandir os mercados locais;
  • Capacitação e transformação digital: formação profissional voltada às áreas criativas e facilitação do acesso de produtores a plataformas digitais de comercialização para alcançar novos mercados.

 

Governança, inteligência estratégica e compromisso social

Para garantir sustentabilidade e acompanhar os resultados das ações ao longo do tempo, a estratégia estabelece uma estrutura de gestão e monitoramento contínuo. O modelo prevê a criação de uma agência estadual de inteligência da economia criativa, o estabelecimento de indicadores de desenvolvimento cultural e a manutenção de uma carteira permanente de projetos direcionados ao patrimônio e à cultura.

Além dos pilares econômicos e tecnológicos, o plano reforça a relevância da igualdade de oportunidades no setor. As diretrizes orientam a consolidação de ambientes de trabalho e instituições comprometidos com a diversidade, a prevenção do assédio e o combate à discriminação. A articulação entre identidade, criatividade, inclusão e inovação visa fortalecer os arranjos culturais pernambucanos e converter o patrimônio estadual em oportunidades concretas para diferentes territórios e populações.

 

Texto gerado com auxílio de Inteligência Artificial

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