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Câncer de pâncreas: como um check-up de rotina salvou radialista de uma doença silenciosa

Sem apresentar os sintomas clássicos, Sidney Cunha, de 48 anos, descobriu um tumor no pâncreas em estágio inicial.

Por Max Augusto, Ernani Tavares, João Carneiro Publicado em 20/06/2026 às 7:00

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Considerado um dos tumores mais letais e silenciosos, o câncer de pâncreas costuma ser diagnosticado em fases avançadas, quando as chances de cura são mínimas. No entanto, a história do radialista Sidney Cunha contraria as estatísticas e serve como um alerta vital sobre a importância da prevenção médica.

Acostumado a realizar exames preventivos anualmente, Sidney notou apenas uma cólica diferente, esporádica, entre novembro e dezembro de 2024. Ele não apresentava os sinais clássicos da doença, como fortes dores nas costas ou a pele e os olhos amarelados - sintoma conhecido por icterícia.

Foi a persistência no check-up de rotina, no início de 2025, que permitiu que um exame de ultrassonografia identificasse uma alteração suspeita: o contorno do pâncreas estava arredondado.

Após uma série de exames complexos, incluindo tomografia, ressonância magnética e biópsia, veio o diagnóstico que mudaria a vida dele: um adenocarcinoma no estágio dois, localizado na cabeça do pâncreas.

A idade, 48 anos, e o histórico de Sidney chamaram a atenção da equipe médica. Isso porque o câncer de pâncreas costuma atingir pessoas acima dos 60, com histórico de tabagismo e consumo de álcool.

Fatores que não fazem parte da vida do paciente. O caso tão incomum de Sidney exigiu exames genéticos para investigar uma possível mutação, visando até mesmo proteger o futuro do único filho, de 24 anos.

Essa é a história de luta de Sidney Cunha. Além de radialista e personagem central dessa matéria, ele é nosso colega de trabalho na Rádio Jornal. Ele também é o responsável pela edição e sonorização da reportagem que você pode conferir a seguir:

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