Raquel Lyra anuncia obras de contenção de encostas e reforma do Santuário Mãe Rainha, em Olinda
Abertura de licitação para serviços de recuperação da encosta e reforma estrutural da tenda dos peregrinos do templo foi anunciada neste domingo (8)
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Em agenda neste domingo (8), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, anunciou a abertura de licitação para serviços de recuperação da encosta e reforma estrutural da tenda dos peregrinos do Santuário Mãe Rainha, em Ouro Preto, considerado um patrimônio religioso e turístico de Olinda.
Com investimento de R$ 1,4 milhão, a intervenção prevê a mitigação de riscos de deslizamento e requalificação dos espaços de uso coletivo. O edital de licitação será publicado na próxima edição do Diário Oficial do Estado.
"Autorizamos o edital de licitação para garantir a preservação do morro, a estabilização do solo e a reforma das estruturas que acolhem diversas pessoas em seu momento de peregrinação e manifestação da sua fé. Agradeço a parceria com a Arquidiocese de Olinda e Recife, que tem feito um trabalho em conjunto conosco em diversas reformas estruturais em nossas igrejas", declarou Raquel Lyra.
A governadora acompanhou a missa conduzida pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson. Após a solenidade, a gestora visitou o local onde acontecerão as obras.
Neste domingo, o Santuário Mãe Rainha recebeu a programação da IV Romaria dos Terços dos Homens (THMR), com um público de 4 mil pessoas.
O reitor do Santuário Mãe Rainha, padre Filipe Araújo, lembrou que o espaço que originalmente recebe os peregrinos está fechado há dois anos. "A tenda é um espaço muito importante para acolher melhor os peregrinos e está sem uso desde 2024. Esse espaço é fundamental para o Santuário. Hoje, recebemos com grande alegria esse presente do governo do Estado, dando mais segurança para o Santuário e milhares de peregrinos", disse.
ÁREA DE RISCO
De acordo com a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Simone Nunes, as intervenções vão garantir a recuperação de áreas de risco, dando maior estabilidade e melhorando as condições de uso do espaço público e de interesse coletivo.
"Temos um risco geológico de deslocamento de terra, o que compromete a segurança das pessoas que transitam no santuário que, além de ser um local de fé, é também um local cultural", afirmou.
As intervenções terão o período de quatro meses e incluem a estabilidade do terreno, instalações elétricas, drenagem e diversas outras melhorias físicas, como construção de muretas e telhamento metálico.