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No Dia de Reis, Recife celebra a tradicional Queima da Lapinha no encerramento do ciclo natalino

Evento foi realizado no Pátio de São Pedro, com a apresentação de 15 pastoris e 3 orquestras para consagrar ao fogo desejos e expectativas para 2026

Por JC Publicado em 06/01/2026 às 21:34

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Importante celebração da cultura popular nordestina, a tradicional Queima da Lapinha, comemorado no Dia de Reis e que enche de esperança o ano que se inicia, foi celebrada nesta terça-feira (6), no Pátio de São Pedro, no bairro de São José, no Centro do Recife. A tradição encerra simbolicamente o ciclo natalino e abre alas para os preparativos e festejos de Momo na capital pernambucana.

O homenageado deste ano foi o Pastoril menino Jesus da Vovó Bibia, fundado em 1986, pela artista popular Severina Araújo Brito, a vovó Bibia. Coordenado por Aparecida Brito, a agremiação é composta por 18 integrantes.

O evento reuniu 15 pastoris, 3 orquestras, além do icônico Bloco da Saudade e do grupo Inclusão Cia de Dança, que animaram o público durante a consagração ao fogo do sagrado os desejos e expectativas de brincantes e públicos da Lapinha para 2026.

Queima da Lapinha

Trazida pelos jesuítas nos idos do século XIX, a tradição tem seu simbolismo relacionado à manjedoura onde nasceu o Menino Jesus e ao dia em que ele foi visitado pelos três reis magos.

Feita de folhagens secas e incensos, a Lapinha é queimada para consagrar ao fogo esperanças e desejos para o ano que se inicia. Antes da queima, o público será convidado a escrever pedidos em pequenos pedacinhos de papel, que são colocados na Lapinha e consagrados ao fogo do futuro que começa todo ano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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