Voz do Leitor, 23/10: Raiz de árvore antiga ocupa calçada e prejudica mobilidade
A denúncia do leitor da coluna ocorre na Rua do Espinheiro, em frente ao número 800, no bairro do Espinheiro na Zona Norte do Recife
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Raiz de árvore antiga ocupa calçada e prejudica mobilidade
Me arrisco a dizer que o bairro do Espinheiro é um dos que mais tem árvores antigas no Recife, com enormes raízes nas calçadas e galhos frondosos. A presença de árvores na cidade é de fundamental importância para o meio ambiente e a diminuição do calor. Porém, acredito que algumas dessas árvores precisam ser renovadas, pois acabam causando mais transtorno do que benefícios. A exemplo desta plantada há décadas na Rua do Espinheiro, em frente ao número 800, na Zona Norte da capital. Como mostra a foto, a raiz toma conta de 95% de toda a calçada, praticamente inviabilizando a mobilidade do local. Sem falar que os galhos se entrelaçam com a fiação dos postes e, constantemente, principalmente em dias de chuva, acabam contribuindo com a queda de energia. Acredito que a Emlurb precisa promover a substituição dessas árvores antigas.
Júlio César, por e-mail
Biblioteca da UFPE com ar-condicionado quebrado
Está um verdadeiro calvário para estudantes e frequentadores daquele espaço da Biblioteca Central da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Não é pela falta de equipamento de refrigeração, o problema é que há mais de ano que o mesmo se encontra quebrado, causando um desconforto para os que dali fazem um espaço de leitura e estudo, sem dizer dizer àqueles que ali trabalham. Um verdadeiro forno, tornando o ambiente insalubre. Cadê a verba destinada para esse fim? Com a palavra a reitoria da UFPE.
Baltazar Lima, por e-mail
O fantasma do autoritarismo
Os efeitos da extrema-direita no mundo deveriam servir de alerta aos brasileiros. Ainda assim, muitos parecem ignorar os riscos de entregar o País a projetos políticos autoritários. É convicção ou desprezo pelo voto e pelas consequências que ele pode trazer? Os jovens brasileiros não viveram a ditadura militar, mas conhecem suas atrocidades. A tortura, a censura e a perseguição política não podem ser tratadas como detalhes de um passado não muito distante. A pergunta que fica é: depois de tudo o que o Brasil viveu, vamos defender a democracia com consciência ou flertar novamente com o autoritarismo, como se a história não tivesse nada a nos ensinar? Será que assistiram ao filme: 'Ainda estou aqui'?
Sílvio Romero, por e-mail
Ausência de postos policiais pela cidade
Eu não consigo entender o porquê de não existir mais os postos fixos da Polícia Militar de Pernambuco em lugares estratégicos? Lembro-me que, há uns 20 anos, existiam vários trailers espalhados pelo Recife. Para citar alguns, o que existia em frente ao Parque da Jaqueira, um outro na Praça do Hipódromo e um outro em Santo Amaro, nas proximidades da reitoria da Universidade de Pernambuco (UPE). A presença policial nesses locais inibiam os meliantes de atuarem nessas áreas, aumentando a sensação de segurança. Agora, a polícia fica andando em círculos dentro do carro com ar-condicionado e não protegem ninguém. Quando fui à Fortaleza, no início do ano, a presença policial era ostensiva. Existiam vários desses postos policiais na orla da cidade, da PM e da delegacia do turista, garantindo o funcionamento de diversos estabelecimentos e atividades na praia durante a noite e madrugada. Aqui no Recife não existe segurança e andamos em constante estado de alerta.
Almir Pereira, via redes sociais
Política não é sobre candidatos
O Brasil que queremos construir começa com as nossas escolhas. Precisamos falar sobre o que realmente transforma vidas: educação pública, SUS, universidades, bolsas de pesquisa, emprego, combate à fome e oportunidades para todos. Os governos precisam ser avaliados pelas políticas que implementaram, pelos resultados alcançados e pelos desafios que ainda existem. O futuro do Brasil merece mais do que slogans. Merece debate, compromisso e participação popular. Política não é apenas sobre candidatos. É sobre a vida de milhões de brasileiros.
Joana Matias, via redes sociais