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Varejo fecha 2025 com crescimento de 2,1% no Brasil, aponta IBGE

Em Pernambuco, o cenário do varejo restrito em dezembro indicou uma perda de fôlego, com a queda na variação mensal estabilizando a alta de 1,1%

Por JC Publicado em 13/02/2026 às 17:18

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O comércio varejista brasileiro encerrou o ano de 2025 com uma alta acumulada de 2,1% no volume de vendas. De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE, o desempenho nacional no último mês do ano apresentou uma variação negativa de 0,8% na comparação com novembro. Apesar do recuo mensal, o setor registrou um crescimento de 3,2% quando comparado a dezembro do ano anterior.

PERNAMBUCO

Em Pernambuco, o cenário do varejo restrito em dezembro indicou uma perda de fôlego, com a queda na variação mensal estabilizando a alta de 1,1% que havia sido observada em novembro. O instituto destaca que o volume de vendas no Estado foi ligeiramente menor do que o registrado em novembro, consolidando aquele mês como um período de maior relevância para o setor no mercado pernambucano.

No que diz respeito ao varejo ampliado no Estado, o segmento de veículos, motocicletas, partes e peças apresentou uma retomada, com avanço de 6,6% em dezembro sobre o mesmo mês de 2024, revertendo a queda de 1,7% verificada em novembro. Já o setor de materiais de construção em Pernambuco encerrou o ano com uma alta acumulada de 0,6%, mantendo uma trajetória de estabilidade em relação aos meses anteriores.

A receita nominal do comércio varejista ampliado pernambucano seguiu a tendência de recuo na passagem de novembro para dezembro, com queda de 1,2%. Entretanto, na comparação interanual, o faturamento avançou 6,0% em relação a dezembro de 2024, permitindo que o setor fechasse o ano de 2025 com uma alta acumulada de 4,7% em sua receita.

AMPLIADO

No panorama nacional do varejo ampliado, o Amapá liderou o crescimento anual com alta de 7,9%, seguido por Mato Grosso (5,1%) e Tocantins (5,0%). Pernambuco figurou na parte intermediária do ranking, com um crescimento acumulado de 1%, mesma variação registrada no Paraná e no Distrito Federal. Na extremidade oposta, São Paulo apresentou a retração mais acentuada do país, fechando o ano com queda de 2,9% no volume de vendas.

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