Comércio varejista poderá expandir funcionamento e consumidores terão mais tempo para as compras de São João
Com a flexibilização, comerciantes esperam aproveitar as vendas para o período junino, já que as vendas para o Dia dos Namorados foram marcadas pelas restrições
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Comércio terá horário das 8h às 18h nos dias de semana e das 9h às 19h nos finais de semana - TÂNIA RÊGO /AGÊNCIA BRASIL
Durante 15 dias, começando a partir da próxima segunda-feira (21) e se estendendo até o próximo dia 4, o comércio varejista poderá funcionar das 8h às 18h de segunda a sexta-feira e das 9h às 19h nos finais de semana e feriados. Isso vale para os estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e parte do Sertão.
O presidente da CDL Recife, Frederico Leal, acredita que as medidas anunciadas pelo governo de Pernambuco foi mais um passo em direção à normalidade, privilegiando a saúde, mas também olhando a economia. "O governo flexibilizou o horário do comércio de rua do centro e dos shopping e nós estamos na antevéspera do São João, no mês de junho que é um grande período de recuperação para o comércio. O governo foi sensível em olhar um pouco para a economia. A gente sabe que não é uma batalha que vai se vencer rapidamente e que é preciso avançar com a vacinação", diz.
O empresário também alerta pra que empresários, lojistas e os consumidores continuem obedecendo os protocolos de segurança sanitária para que não aconteça uma regressão das medidas de flexibilização que foram tomadas. "De maneira geral o comércio está satisfeito e esperamos encerrar o mês de junho com uma boa recuperação", aposta Leal.
Novo plano de convivencia - artes jc
Plano de convivencia - artes jc
MAIS CAUTELA NO SERTÃO
Na chamada Macro III, que reúne 35 municípios do Sertão, a flexibilização das regras será menor e por menos tempo de duração. A flexibilização acontece entre os dias 21 e 27 de junho, com o comércio podendo funcionar das 8h às 18h nos finais de semana e das 9h às 18h nos finais de semana e feriados.
ECONOMIA E ARRECADAÇÃO FISCAL
Na avaliação do economista Rafael Ramos a flexibilização já era esperada. "Temos a pressão das entidades que representam os setores do comércio, apontando quedas históricas e falta de condições para que muitos sobrevivam a esta onda de medidas restritivas. Lembrando que boa parte do que foi adotado ano passado para amenizar os impactos não foi feito este ano e quando resgatado foi em um nível muito menor, como as linhas de crédito e o auxílio emergencial", afirma.
Ele também destaca que o próprio setor público também precisa de movimentação para ter arrecadação. "Desta forma a manutenção das medidas mais rígidas é para ajudar a não ter um colapso mas também prejudica a arrecadação e a própria capacidade de investimento em saúde", afirma.
"Para o fim de ano já se espera uma melhor situação. As projeções já são bem melhores. Como para PIB e vendas. Isto porque estamos verificando uma aceleração no ritmo da vacinação que dará condições de um funcionamento do setor produtivo sem medidas restritivas tão fortes", conclui.
Jornalista profissional com 25 anos de experiência, faz parte da equipe do Jornal do Commercio há 15 anos. É repórter sênior e esceve sobre Economia, Política, Brasil, Cidades, Cultura e reportagens especiais em todas essas áreas.