https://www.youtube.com/watch?v=6SFNW5F8K9Y
Prince Rogers Nelson (1958/2016) foi apontado por Miles Davis (em sua autobiografia) como um dos artistas que apontavam para o futuro da música: "Prince é da escola de James Brown… mas tem algo de Marvin Gaye, Jimi Hendrix e Sly (Stone) nele, até mesmo de Little Richard. É uma mistura de todos estes caras mais Duke Ellington ...”. esqueceu de acrescentar a ousadia, petulância, e inquietação dele próprio, Miles Davis.
O auge de Prince, em popularidade, aconteceu entre 1978 e 1988, mas ele nunca parou de criar música, em escala industrial, e quase tudo de alto nível. Miles Davis, que se aproximou dele nos anos 80, estava quase certo. Prince é passado, presente e futuro da música pop. Seus 39 discos oficiais, incontáveis bootleg, e o imenso arquivo que ele ratificam e ratificarão a asserção.
Sua participação (cuja imagens ilustram esta postagem) com Tom Petty, Jeff Lyne, Stevie Winwood e outros medalhões, no show do Rock and Roll Hall of Fame, de 2004, em While My Guitar Gently Weeps mostra o quanto ele está à frente dos outros.
Todo mundo segue a versão dos Beatles, de George Harrison (ou de Eric Clapton, que tocou na gravação original). Prince faz seu próprio, e antológico, solo, no final da música. Terminando, ele entrega a guitarra e sai do palco, sem esperar por aplausos, abraços, nem falar nada. Um dos grandes e submestimados momentos do rock ande roll
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