Jurídico do Planalto libera primeira-dama para sambar na Sapucaí
Renanzinho, ministro dos Transportes, já pensa em mandar cortar um terno novo. No STF, Gilmar Mendes vota para liberar porte de cocaína
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CLIMA DE BARATA VOA
Não há um petista ajuizado que não esteja inquieto à espera de uma manifestação da Justiça Eleitoral sobre a homenagem da escola de samba Acadêmicos de Niterói ao presidente Lula da Silva (PT). “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.
MULHER EMPODERADA
Uma ala feminista do governo entende que a presença da primeira-dama, Rosângela da Silva, já estaria de bom tamanho, enquanto outros grupos temem uma eventual ação que resulte na inelegibilidade do presidente e ponha tudo a perder.
UM CANDIDATO ENSABOADO
O ministro dos Transportes, Renan Filho, passou a ser a bola da vez para compor a chapa como vice de Lula. Ao que parece, o café com pão de queijo de João Campos com Lula, na terça-feira (10), não rendeu frutos, e o destino de Geraldo Alckmin (PSB) seria mudar de mala e cuia para São Paulo.
INGRATIDÃO AO EXTREMO
E pensar que, quando Lula recebeu as benesses do Supremo Tribunal Federal (STF), foi Alckmin quem primeiro fez o papel de avalista após sua saída da cadeia. À época, o petista afirmou que estava sendo feita “a mais importante aliança já realizada entre todas as alianças de esquerda deste país e os partidos democráticos”.
VIGIANDO AS EMENDAS
O STF lançou o bloco na rua com a campanha publicitária “De Olho nas Emendas”. Um portal será criado para orientar a população, dando o caminho das pedras para acompanhar as emendas parlamentares e denunciar possíveis irregularidades.
SEM LÓGICA
Para o ministro Gilmar Mendes, do STF, portar 0,8g de cocaína não é crime. O crime seria do traficante que vendeu. Ou seja: vender é crime; comprar, não.
ÚLTIMA
A Polícia Federal apresentou ao STF um pedido de suspeição do ministro Dias Toffoli nas investigações do Banco Master. O presidente da Corte, Edson Fachin, despachou a arguição e solicitou manifestação de Toffoli.
PENSE NISSO!
No vesperal do PT para comemorar os 46 anos do partido, o maior cacife da legenda, Lula da Silva, atiçou os petistas a comprar uma briga contra a mentira:
— Este ano, preparem-se, porque será o ano da disputa entre a verdade e a mentira; entre quem fez e quem não fez; entre quem fala a verdade e quem mente.
Entrou nos estúdios da Rádio Jornal em Brasília, pego o calendário com as folhas amareladas pelo tempo. Era uma terça-feira. O dia amanhecia: 25 de outubro de 2022, a menos de uma semana do segundo turno em que ele disputaria a faixa presidencial com Jair Bolsonaro (PL).
— Se eu for eleito, serei presidente de um mandato só. Os líderes se fazem trabalhando, no compromisso com a população.
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