Aeroporto do Recife projeta alta de 10% na oferta de assentos e amplia conectividade em março de 2026

O aeroporto do Recife conta com oito ligações diretas com o exterior e prevê a realização de 27 voos internacionais para o período de março

Por JC Publicado em 04/03/2026 às 17:14

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O Aeroporto Internacional do Recife reafirma sua relevância estratégica no setor aéreo brasileiro ao projetar indicadores robustos para este mês de março. Segundo levantamento realizado pelo Setor de Estudos e Pesquisas (SEP) da Empetur, o terminal pernambucano deve operar um total de 6.457 voos entre pousos e decolagens ao longo do mês. O volume representa uma expansão de 4,77% em relação ao mesmo período do ano anterior, sinalizando a consolidação do estado como um dos principais eixos de mobilidade do país.

O avanço mais significativo, no entanto, é registrado na oferta de assentos, que terá um salto de 10,77% em comparação a março de 2025. Esse fenômeno indica que o crescimento da malha aérea não se resume apenas a uma maior frequência de voos, mas também ao emprego de aeronaves maiores e mais modernas, capazes de absorver o aumento da demanda por viagens com destino ou origem em Pernambuco.

VOOS INTERNACIONAIS

No âmbito internacional, o Recife mantém sua posição como a principal porta de entrada do Nordeste. O aeroporto conta com oito ligações diretas com o exterior e prevê a realização de 27 voos internacionais para o período, distribuídos entre 14 chegadas e 13 partidas. Essa conectividade global reforça o papel do terminal como um hub essencial para o turismo estrangeiro e para o comércio transfronteiriço na região.

De acordo com o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Kaio Maniçoba, o desempenho positivo é fruto de um conjunto de políticas públicas integradas. O gestor ressalta que investimentos em infraestrutura e o fortalecimento da segurança pública são pilares que elevam a confiança dos viajantes e das companhias aéreas. Para Maniçoba, o Estado consegue aliar seus atrativos históricos, naturais e gastronômicos a um ambiente de negócios favorável, o que resulta em um ciclo virtuoso de geração de emprego e renda para a população pernambucana.

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