Morre Oscar Schmidt: COB relembra legado e presta homenagem ao ídolo
Oscar Schmidt faleceu nesta sexta-feira (17) após passar mal e ser atendido; Causa da morte não foi confirmada pela família do ex-jogador
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Por meio de nota, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) destacou a trajetória de Oscar Schmidt e relembrou homenagens prestadas ainda em vida ao maior nome do basquete nacional. Recordista de pontos em Jogos Olímpicos, o ex-jogador teve seu legado reconhecido oficialmente como um dos símbolos do movimento olímpico brasileiro. Oscar faleceu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos.
Em 2019, Oscar recebeu o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, principal honraria do Prêmio Brasil Olímpico. A entrega ocorreu no dia 10 de dezembro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Na ocasião, Oscar destacou a importância do reconhecimento ao relembrar momentos da carreira e a relação com o esporte olímpico.
Ao longo de sua trajetória, o ex-jogador disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos, entre 1980 e 1996, e se consolidou como o maior pontuador da história da competição, com 1.093 pontos. A marca reforça o protagonismo internacional de Oscar, mesmo sem passagem pela NBA, decisão que sempre associou ao desejo de seguir defendendo a Seleção Brasileira.
Mais recentemente, em 2026, Oscar voltou a ser homenageado pelo COB ao ser incluído no Hall da Fama da entidade. A cerimônia foi realizada no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Sem poder comparecer, ele foi representado pelo filho, Felipe Schmidt, que ressaltou a ligação do pai com o basquete e com os Jogos Olímpicos.
Confira a nota do COB
Oscar Schmidt, recordista de pontos em Jogos Olímpicos e símbolo de uma geração do basquete, o “Mão Santa” teve, ainda em vida, seu legado celebrado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) em homenagens que o colocaram no centro da memória olímpica do país.
Entre os reconhecimentos, o COB concedeu a Oscar, em 2019, o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, uma das principais homenagens do Prêmio Brasil Olímpico. A honraria, criada em 2001, busca destacar atletas e ex-atletas alinhados a valores associados ao bicampeão olímpico do salto triplo, como ética, eficiência técnica e física, esportividade, respeito ao próximo e espírito coletivo.
A entrega do troféu ocorreu em 10 de dezembro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Ao receber o prêmio, o ex-jogador fez um discurso emocionado em que relembrou grandes momentos de sua carreira: “Uma honraria incrível, nem acredito que isso está acontecendo comigo. Fazer parte desse grupo de grandes atletas, grandes personagens do esporte, já me faz muito feliz. Quem diria que eu ia chegar nesse ponto? Só tenho a agradecer ao COB e a todos que me indicaram a esse prêmio. Muito obrigado”, disse Oscar que, com 49.737 pontos, é um dos maiores pontuadores da história do basquete mundial.
Oscar disputou cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos (de 1980 a 1996) e é apontado como o maior cestinha da história do basquete olímpico, com 1.093 pontos — marca que ajudou a consolidar sua imagem como referência mundial, mesmo sem ter atuado na NBA, opção que ele costumava associar ao desejo de seguir defendendo a seleção.
Já em 2026, Oscar voltou a ser celebrado pelo COB ao ser eternizado no Hall da Fama da entidade, em cerimônia no Copacabana Palace, no Rio. Sem poder comparecer, ele foi representado pelo filho, Felipe Schmidt, que ressaltou o vínculo do pai com o basquete e com o movimento olímpico. “A gente está honradíssimo de estar aqui nesse momento, porque a gente sabe de tudo o que o meu pai se dedicou ao basquete, principalmente a seleção brasileira e ao COB, porque uma das suas maiores felicidades era defender o Brasil nas Olimpíadas. Estar aqui para receber essa homenagem é o último capítulo de uma carreira cheia de vitórias”, concluiu Felipe.