Náutico vê Z-4 se aproximar após sequência sem vitórias e tenta reagir com reforços na Série B
Sem vencer há seis jogos, o Timbu ocupa atualmente a 12ª colocação, com 21 pontos em 16 partidas, e entra pressionado para a sequência da competição
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O Náutico acendeu o sinal de alerta na Série B. Depois de um início promissor, em que chegou a frequentar a zona de acesso e se colocou entre os times mais competitivos do campeonato, o clube alvirrubro atravessa agora um momento de queda de rendimento e começa a ver os times da parte de baixo da tabela se aproximarem.
Sem vencer há seis jogos, o Timbu ocupa atualmente a 12ª colocação, com 21 pontos em 16 partidas, e entra pressionado para a sequência da competição.
O cenário ainda está longe de ser definitivo, já que a Série B sequer chegou à metade da temporada, mas a má fase ligou o alerta nos Aflitos, sobretudo pela forma como o time perdeu força nas últimas rodadas e viu a distância para o Z-4 diminuir.
Náutico chegou a frequentar a zona de acesso no início da Série B
O começo de campanha do Náutico foi animador. Em boa parte das primeiras rodadas, o time se manteve no bloco de cima da tabela e chegou a passar um período dentro da zona de acesso, alimentando a expectativa de uma campanha sólida na luta pelas primeiras posições.
O cenário, porém, mudou nas últimas semanas. A equipe perdeu fôlego, passou a conviver com desfalques e viu a sequência sem vitórias derrubar o rendimento e a posição na tabela.
Jejum de vitórias derrubou o Timbu na classificação
Hoje, o Náutico soma 21 pontos, com campanha de seis vitórias, três empates e sete derrotas, além de 21 gols marcados e 19 sofridos. O dado que mais pesa, no entanto, é o momento recente: o time não vence há seis rodadas.
A sequência sem triunfos do Náutico é a seguinte:
- Sport 2 x 0 Náutico
- Náutico 0 x 1 Fortaleza
- Novorizontino 2 x 2 Náutico
- Vila Nova 4 x 3 Náutico
- Náutico 0 x 1 Goiás
- Náutico 0 x 0 Juventude
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Náutico ainda está longe do fim da temporada, mas já vê o Z-4 mais perto
Apesar do momento ruim, é importante contextualizar que a Série B ainda está em estágio inicial dentro da caminhada do Náutico.
Mesmo assim, a tabela já acende um sinal de atenção. O Timbu aparece na 12ª posição, com 21 pontos, e hoje vê a zona de rebaixamento mais próxima do que nas rodadas anteriores.
A parte de baixo da classificação tem o seguinte cenário:
- 17º Ceará – 17 pontos
- 18º Avaí – 13 pontos
- 19º Ponte Preta – 8 pontos
- 20º América-MG – 6 pontos
A diferença do Timbu para o Ceará, primeiro time dentro do Z-4, é de quatro pontos. Ainda não é uma margem alarmante, mas a sequência sem vitórias faz o clube começar a olhar com mais atenção para o retrovisor, algo que contrasta com o cenário vivido no início da Série B, quando o foco estava na disputa pelas primeiras posições.
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Lesões pesaram e elenco curto virou problema
Um dos fatores que ajudam a explicar a queda de rendimento do Náutico é a quantidade de problemas físicos enfrentados ao longo da temporada.
Diversos jogadores passaram a desfalcar a equipe em diferentes momentos, e o elenco alvirrubro tem sentido o impacto dessas ausências.
A dificuldade maior está justamente na reposição. O Náutico não tem hoje um grupo com muitas opções de mesmo nível para manter a competitividade quando perde peças importantes.
Isso fez o time sofrer com a queda de rendimento em alguns setores e obrigou a comissão técnica a buscar soluções dentro de um elenco mais curto do que o ideal para uma competição longa e desgastante como a Série B.
Janela do meio do ano será decisiva para o futuro do Náutico
Se o momento atual exige reação dentro de campo, a janela de transferências do meio da temporada também aparece como ponto crucial para o futuro do Náutico na Série B.
A diretoria já começou a agir no mercado e busca justamente dar mais profundidade ao elenco para enfrentar a sequência do campeonato.
Até aqui, o clube acertou as chegadas de Jean Carlos, Léo Índio e Borasi.
Dos três reforços, Jean Carlos e Léo Índio já podem estrear no próximo compromisso do Náutico, uma vez que chegam de clubes do futebol nacional e, por isso, têm condição de regularização mais imediata dentro da janela.
A situação de Borasi é diferente. O atacante só poderá atuar a partir da janela de 20 de julho, o que adia sua estreia e faz com que o clube ainda precise atravessar parte dessa sequência com limitações ofensivas no elenco.

