Copa do Brasil 2026: Evandro vê ação do Náutico no STJD como legítima, mas diz que ‘não vai prosperar’
Presidente da FPF afirmou que a indicação do Maguary seguiu o regulamento e avalia que o pedido alvirrubro não deve avançar no STJD; saiba mais
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A discussão sobre a última vaga pernambucana na Copa do Brasil de 2026 ganhou novo capítulo após o Náutico ingressar com um mandado de garantia no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
O alvo do debate é a indicação do Maguary, apontado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como representante do Estado na ampliação do torneio.
Presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro de Carvalho afirmou que a indicação do Maguary apenas seguiu o que considera ser determinação explícita no regulamento da competição.
Segundo ele, diante das regras aplicadas, não havia alternativa para a federação.
“A FPF não tinha o que fazer, tinha que indicar o Maguary. O Náutico está marcando posição, está correto, está dando uma satisfação ao seu conselho e à sua torcida”, afirmou.
Evandro também avalia que a iniciativa do Náutico é legítima, mas não acredita que o pedido tenha viabilidade jurídica.
“Eu não tenho nenhuma dúvida de que a ação não vai prosperar do ponto de vista jurídico. Não vejo como ela ter resultado satisfatório e deferimento do pedido. Não existe, ao meu ver, como advogado, imaginar que o STJD vai determinar a alteração do regulamento da CBF”, concluiu.
Náutico diz que a vaga deve ser definida via Ranking da CBF
O Náutico sustenta que, com o anúncio da ampliação em 1º de outubro, as vagas extras deveriam seguir o Ranking da CBF.
Por esse critério, o clube alvirrubro e o Santa Cruz ficariam com as duas novas posições.
A entidade máxima do futebol brasileiro distribuiu as vagas adicionais de acordo com a classificação do Campeonato Pernambucano, o que garantiu Sport, Retrô e Santa Cruz, além do Maguary, quarto colocado do Estadual.
Oficialmente, o Náutico afirma que, por enquanto, não irá se pronunciar publicamente sobre o tema.
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