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Teledramaturgia
Minissérie Cruzamentos urbanos estréia nesta terça 26/11/2007 13h57
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A atriz Chandelly Brás participa de chat nesta terça |
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Do JC OnLine
Estréia nesta terça-feira (27), a minissérie Cruzamentos urbanos, segunda produção do Pólo de Teledramaturgia do Nordeste da TV Jornal. Totalmente produzida no Estado, com artistas e técnicos da terra, a obra conta em três capítulos as aventuras do casal Carla e Assis, vivido por Chandelly Brás e Carlos Nigro. A jovem atriz, que fez sua estréia televisa na minissérie, conversa nesta terça (27) com os internautas no chat do JC OnLine, a partir das 15h. Um pouco mais tarde, às 21h30, o público confere na TV Jornal o primeiro episódio da produção, que será exibida em todo o Nordeste pelas afiliadas do SBT. A minissérie também será exibida, em tempo real, pelo JC OnLine.
O cenário desta vez é urbano, porém, não menos envolvente que o sertão de Santo por acaso, a minissérie de sucesso que trouxe a emissora de volta ao centro de grandes produções. A minissérie, que desta vez é de autoria de Marcelo Pereira e Valdir Oliveira, tem a história ambientada na capital pernambucana. "Cruzamentos urbanos foi filmada no Recife, no entanto, não caracteriza a cidade e representa qualquer centro urbano", explica Valdir. Foram trocados nomes de ruas e avenidas para a gravação e criada a comunidade fictícia dos Manguinhos.
A trama gira em torno de Carla, garota da classe média alta que sofre com a ausência dos pais separados e termina se envolvendo com o mundo das drogas. No decorrer da história, ela se apaixona por Assis, rapaz de família humilde. Os dois começam a se envolver despertando ira em Makau, que também é apaixonado pela garota. Além de sofrer com a perseguição do traficante, o casal vai ter que lutar contra os pais da menina que não aceitam o namoro da filha com um rapaz de classe social inferior.
Quem assina a direção de Cruzamentos urbanos é o cineasta Pablo Polo, com roteiro de Valdir Oliveira. A escolha das locações, como a de um cruzamento, foi toda pensada ainda na elaboração do texto, com a intenção de que o lugar também contasse a história. "Todos os personagens passam por um cruzamento específico, dos mendigos, que são observadores da cidade, aos protagonistas", conta Valdir.
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