CONCLUSÃO DE OBRA

Voz do Leitor, 15/02: Passarela não concluída coloca pedestres em risco em Prazeres

A denúncia de leitor da coluna é na Estrada da Batalha, no município de Jaboatão dos Guararapes, que cobra a conclusão da passarela

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JC

Publicado em 15/02/2025 às 5:08
Passarela não concluída coloca pedestres em risco em Prazeres - MAGNO ANDRÉ / VOZ DO LEITOR

Passarela não concluída coloca pedestres em risco em Prazeres

Quantas vidas precisam ser perdidas para que essa passarela, localizada na Estrada da Batalha, em Prazeres, Jaboatão dos Guararapes, seja concluída? Todos os dias, as pessoas arriscam suas vidas atravessando essa rodovia perigosa, mesmo com uma passarela visualmente pronta ao lado. Pais, mães, trabalhadores e estudantes enfrentam o risco diário porque a obra, que deveria protegê-los, continua parada há dois anos. Enquanto isso, o Mix Mateus de Prazeres, que começou sua construção um ano depois do anúncio da obra, já foi inaugurado e está funcionando a todo vapor. Por que essa passarela não teve a mesma urgência? Não podemos esperar uma tragédia para agir. Cada minuto sem essa passarela concluída coloca mais pessoas em risco.

Magno André, por e-mail

Passarela não concluída coloca pedestres em risco em Prazeres - MAGNO ANDRÉ / VOZ DO LEITOR
 

Manutenção de esgoto

Peço a Emlurb que faça com urgência uma vistoria na Rua Cristal, no bairro de Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife. Moradores de umas três casas jogam o esgoto e as demais águas usadas direto na escadaria, por onde as pessoas circulam para sair e retornar para suas casas. Nesse local, os dejetos deveriam ir para uma fossa, mas por falta de civilidade esses proprietários não fazem a devida manutenção nelas. Peço que a Prefeitura do Recife/Emlurb resolva esse sério problema. 

Izabel Wanderley, por e-mail 

Rotina complicada no Recife

Está difícil viver no Recife. Aqui você leva no mínimo uma hora de um canto a outro de carro, pois o trânsito está horrível, são vários os péssimos condutores que travam os cruzamentos com semáforos, sem falar das pessoas mal educadas, que jogam lixo em toda esquina, além das praias sujas e mal cuidadas. A cidade é linda, mas o cotidiano no Recife não é para qualquer um, tem que ter sangue no olho para encarar a rotina na capital pernambucana.

Bruno Santana, via redes sociais

Erros de gestões anteriores

As Prefeituras de Olinda e Paulista vão demorar bastante para começar a realizar os trabalhos de reparação das vias de tráfego. A Avenida Benjamim, no bairro do Fragoso, sempre esteve abandonada desde a inauguração do seu asfaltamento, apesar de ser um elo entre essas duas cidades. Os novos prefeitos precisam começar a corrigir os erros das gestões anteriores.

Lucineide Melo, por e-mail

Extorsão policial virou rotina

Sobre a matéria publicada recentemente no JC, de um casal de turistas que afirmou ter sofrido extorsão por parte de agentes policiais, quero registrar que também fui parado há alguns dias e, embora o teste de barômetro tenha dado negativo, ficaram tentando descobrir algo de errado no meu carro. Como não acharam nada, me liberaram. A sensação era que procuravam algum modo de me extorquir. Lamentável.

Djair Neto, por e-mail

Omissão do presidente do Santa Cruz

Quando ocorreu a violência de um atleta do Santa Cruz contra a instituição Sport Club do Recife, queimando a camisa do clube rubro-negro, não vimos o presidente do Santa se pronunciar e nem punir o jogador, o que vimos foi um ex-goleiro (o diretor Harlei) aposentado censurar a pergunta de um repórter feita ao jogador sobre o episódio. Já em uma reunião dos clubes com o Ministério Público para ajustar os termos de conduta em relação ao rompimento com as Organizadas, também não vimos a presença do presidente do Santa Cruz, que enviou o vice-presidente. mas não foi pessoalmente. A impressão que tenho é que tudo que visa acabar com a violência nos estádios, o gestor tricolor se omite e coloca outra pessoa para responder pelo clube. Torço para que seja apenas uma impressão sem fundamento minha, pois os presidentes dos demais clubes estavam presentes, mas a sua ausência passa essa impressão.

Rômulo Alves, por e-mail

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