
Nem com alvejante, nem com o sabão em pó mais caro. A mancha do preconceito parece persistir como nódoa, que tinge por abrasão. O preconceito escondido, misturado com risos ou em declarações que saem da boca de quem não sabe o que está dizendo, que faz com que a gente mal perceba que ele está ali. Dia desses, assistindo a um programa cômico noturno, dei de cara com ele.
No capítulo que vi, passado em apartamentos de classe média, entra uma personagem que é filha de um bandido. A moça, muito bonita por sinal, era negra e tinha um comportamento agressivo. A única negra do programa que faz graça com a classe média brasileira era negra e agressiva. Será coincidência?
E será realmente um avanço o feito de ter uma mulher negra como protagonista de uma novela? Devemos mesmo comemorar? Ou devemos refletir sobre o fato de que as historietas feitas para entreter a massa – a massa de brasileiros de tantos tons de negro, amarelo, vermelho e branco – representarem tão pouco as nuances do País?
Ensinaram-nos a humilhar, a diminuir e diferenciar os coleguinhas por causa da cor
*As colunas assinadas não refletem, necessariamente, a opinião do JC ONLINE
Muito inteligente a matéria!Essa questão do preconceito é histórica.Quando lecionava, enfrentava vários tipos de manifestações e era muito difícil ensinar meus alunos a respeitarem uns aos outros. Acho que as pessoas deveriam se valorizar mais, serem mais humanas.Como diz o ditado: A ÚNICA RAÇA É A HUMANA,por isso, não há tempo de ficar explicando a diversidade do mundo!
O projeto para o transporte público do Recife e a experiência bem sucedida de Curitiba
| Comp | Vend | |
| Comercial | 1,7480 | 1,7500 |
| Turismo | 1,7100 | 1,8700 |
| Paralelo | 1,8500 | 1,9500 |