
Após pré-estreia em Brasília, na última terça-feira, Lula - O filho do Brasil foi apresentado para 2,5 mil pessoas na noite desta quinta, no Teatro Guararapes. Um filme que já chega embalado pela polêmica de ser eleitoreiro - motivo pelo qual Lula teria preferido não vir mais ao Recife assistir à sessão. Tal afirmativa foi rebatida pelo irmão do presidente, Frei Chico, que via o filme ao lado de dezenas de parentes do presidente, convidados para vir de Caetés e Garanhuns para a capital.
"É um absurdo dizer que o filme é eleitoral. Ele não é nada além da história de vida de milhares de seres humanos. Os órgãos de imprensa estão tentando politizar. Mas faz parte do processo democrático", afirmou antes da exibição. Ao término da sessão, Frei Chico disse estar bastante satisfeito com a película. "Mas há cenas que não poderiam mesmo ser contadas de tão pesadas que eram, como o pau-de-arara e a seca." [veja vídeo abaixo]
Na plateia, políticos, convidados e os atores que deram vida aos personagens do longa. Glória Pires, que interpreta a mãe de Lula, Dona Lindu, e que é o fio condutor da história, comemorava o papel [veja vídeo abaixo]. Cleo Pires (Luourdes, a primeira esposa do ainda metalúrgico), Juliana Barone (Dona Marisa) e as três versões de Lula (criança, adolescente e adulto) também marcaram presença.
A plateia mostrou uma maior aceitação do que na sessão de Brasília, onde um público morno deu o ar da graça. Por aqui, aplausos inclusive no meio do filme - no momento em que Lula criança defende a mãe dos abusos do pai alcóolatra. "Homem não bate em mulher", diz o pequeno. Há quem defenda que os aplausos se deram mais em respeito ao elenco e direção presentes do que ao conteúdo da obra.
LEIA MAIS
» Eduardo evita dizer se Dilma também daria um bom filme
» Cineasta diz que negou cópia a Lula com medo de sofrer com pirataria
» Eduardo Campos já havia visto o filme. E chorado muito [+ vídeo]
» João da Costa compara Lula a Mandela
» Produtor diz que festa custou R$ 200 mil. Convite gerou ciumeira, mas sobrou lugar
» Irmão de Lula critica imprensa e diz que filme não tem objetivos políticos
Antes do filme, foi dito ser proibido registrá-lo em fotos e vídeos - até pela imprensa. Para alguns convidados, o aviso não surtiu efeito, e a produção tratou de coibir dois homens que gravavam o áudio do filme.
Lula - O filho do Brasil chega aos cinemas apenas em 1º de janeiro. O presidente, apesar de toda a polêmica envolvendo as eleições do próximo ano, anunciou, informalmente, que gostaria de ver seu filme dia 28, em São Bernardo, com a família e companheiros da época de sindicato.
Sem dúvida que a matéria, caro Marcílio Albuquerque, é tendenciosa e denota uma falta de habilidade jornalística na redação do texto. O título não condiz com o corpo do texto (acefalia textual). Lamentável. Há uma postagem sobre este texto em http://profdiafonso.blogspot.com/2009/11/o-jornalismo-chinfrim-do-jornal-do.html
O título direcionado a esta matéria chega a ser ridículo de tão tendencioso. O Filme agradou, empolgou e emocionou SIM. Esta é uma tentativa inescrupulosa do JC e sua equipe de tentar tirar o brilho de um belo trabalho cinematográfico, apenas porque fala do Presidente que deu certo neste país. O Lula é o responsável pela extrema melhoria na vidas pessoas, sendo assim, um filme que conta a sua vida será sempre aplaudido de pé.
Esse papo de que agradou mas não empolgou foi copiado da mídia nacional. O JC tem se mostrado cada dia mais tendencioso, principalmente o Jamildo em seu blog, com relação a ser "oposição" ao presidente Lula. Admira-me, pois nosso estado só saiu do ostracismo imposto pelo "todo queridinho" FHC (Sr. Bahia/Ceará), depois que Lula assumiu a presidência da República.
Um livro digital revela o prazer de quem descobre o poder das palavras escritas
| Comp | Vend | |
| Comercial | 1,8440 | 1,8460 |
| Turismo | 1,8100 | 1,9700 |
| Paralelo | 1,9000 | 2,0500 |