
Apostando no ouvido pernambucano para o jazz, a sexta edição do festival Recife Jazz, que começou na quinta-feira, tem sequência e segue até domingo, em espaços como a Torre de Malakoff (Bairro do Recife) e o Pátio de São Pedro (São José). O evento integra as comemorações do Ano da França no Brasil, trazendo também nomes da Argentina, Chile, Uruguai, Finlândia e Brasil, num total de 18 atrações. O acesso às apresentações é gratuito.
No Pátio de São Pedro, quem toma conta do palco nesta sexta, a partir das 19h, são os músicos franceses Jean-Charles Richard, Emile Parisien e o grupo uruguaio El toque de Candombe. O candombe, que pode ser conferido a partir das 22h, para quem não sabe, é o ritmo mais popular no Carnaval que rola no Uruguai.
Amanhã, a programação do festival trava parceria com o projeto Observa e Toca Malakoff, que tem trazido artistas dos mais diversos segmentos para se apresentar na Torre Malakoff. A primeira atração é a banda La Talvera, que vem da França para se apresentar às 15h. Em seguida, duas amostras do jazz produzido no Estado. Às 19h, sobe ao palco o grupo Fusão A3, e, às 19h30, é a vez do trio Cor Jazz.
A América do Sul também é representada amanhã. Às 20h, apresenta-se o chileno Paulo Monteiro. Já às 21h30, tem performance do grupo El Toque de Candombe, trazendo o ritmo tradicional afro-uruguaio. Em seguida, o público assiste ao trio finlandês Jaska Lukkakurian, com início às 23h.
No domingo, o encerramento do Recife Jazz Festival está marcado começar às 17h, na Torre Malakoff. Na ocasião, sobe ao palco o grupo Bahinambuco, formado por dois guitarristas – um baiano e outro pernambucano – que executam uma música improvisada com sotaque nordestino. Os franceses Jean-Charles Richard e Emile Parisien, por sua vez, fazem suas apresentações às 18h e às 19h, respectivamente. Encerrando o festival, às 20h, faz show o músico chileno Nacho Mena.
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