Do JC OnLine
O Sport pode ser vítima do mesmo mal que atingiu o Náutico há quase um mês: a interdição do estádio. Isso porque o vice-presidente de administração do Flamengo, Michel Assef, entrará com uma representação contra o clube pernambucano e a Polícia Militar de Pernambuco por causa da voz de prisão dada ao atacante Marcinho ao final do jogo Sport 1x2 Flamengo, no último domingo (29), na Ilha.
De acordo com o dirigente, em entrevista ao Globo.com, a truculência dos pernambucanos contra os cariocas estaria virando moda e citou o caso Botafogo, no jogo contra o Náutico, no dia 1º de junho, quando o zagueiro André Luiz criou um tumulto ao ser expulso. A história resultou na interdição do estádio dos Aflitos e o timbu foi obrigado a jogar contra Vasco e Atlético Mineiro no Arruda.
Assef afirmou que vai pedir medidas enérgicas contra o campeão da Copa do Brasil e a PM. O incidente de domingo aconteceu quando os cariocas marcaram o gol da vitória, aos 48 do segundo tempo. Na comemoração, Marcinho atirou um copo com água para cima, o que terminou por atingir um torcedor rubro-negro.
Sentindo-se agredido, o torcedor registrou queixa contra o atleta na delegacia instalada no estádio. Depois de encerrada a partida, policiais foram ao vestiário do Flamengo para deter o jogador. No entanto, de acordo com informações no programa O Assunto é Futebol, 2º tempo, da Rádio Jornal, a queixa havia sido retirada.
A diretoria leonina vai esperar o Superior Tribunal de Justiça Desportiva citar o clube para se defender.