Navegue por aqui »
Max: 29º Min:23º
Recife - 08.09.2008
 
   
10 anos
 Ciência
 Colunas
 Economia
 Eleições EUA
 Entre a cela e o salão
 Imigração Japonesa
 Imposto de Renda 2008
 Internacional
 Luta contra dengue
 Mães de primeira
 Meio Ambiente
 Nacional
 Pernambuco
 Política
 Saúde
 Tábua de Marés
 Notícias
PARCEIROS
 Ache quem faz
 Cardinot
 Libertas
 Meu Salário
 Pernambuco de A-Z
 Previna o câncer
 Primeira Edição OnLine
 QueroFicarRico
 Trânsito
 Virtuosi





 

 

 

 
  
 .Economia
.Home / Cotidiano
Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por E-mail Comentar


Livre-comércio

Mercosul anunciará acordo com a Índia e países africanos
Publicado em 30.06.2008, às 16h19

Nos seis meses que ocupou a presidência pro-tempore do Mercosul, a Argentina não conseguiu consolidar o acordo de livre-comércio com a Índia e a União Aduaneira da África Austral (Sacu), grupo que reúne África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia e Suazilândia.

Mas um primeiro passo, ainda que pequeno, já foi dado. Nos últimos 15 dias o Mercosul e a Sacu concluíram as negociações para a ampliação da lista de preferências tarifárias fixada em 2004.

O representante permanente da missão brasileira junto à Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) e o Mercosul, embaixador Regis Arslanian, antecipou à Agência Brasil que o acordo com a Sacu será anunciado nesta 35ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e dos Estados Associados.

A assinatura ainda depende de trâmites internos do bloco africano e deve ficar para a próxima cúpula, em dezembro, em Salvador.

Os Acordos Básicos de Preferências Tarifárias Mercosul-Índia e Mercosul-Sacu foram firmados em 2004, na cúpula de Belo Horizonte.

Com os africanos, ficou acertada uma lista de 950 produtos com tarifas especiais de cada lado. Agora a lista será ampliada para dois mil produtos.

“Há produtos de todos os setores. Preferências pequenas, às vezes, de 15%, 20%, e outras maiores, de 50%, algumas de 100%. Mas com isso a gente abriu as portas para o mercado sul-africano”, explicou Arslanian.

“Sobretudo, o acordo amplia a preferência em produtos de interesse do Uruguai e do Paraguai, como o couro, os lácteos, o trigo, a carne e a soja”, ressaltou.

O embaixador disse que o Mercosul tinha interesse na exportação destes produtos e pediu tarifas especiais, mas os africanos negaram pois não teriam como competir com a produção do Brasil e da Argentina. O bloco propôs, então, uma abertura parcial - apenas para os dois sócios menores. Não foi possível, porém, incluir o setor automotivo.

“Vamos continuar negociando isso, para eles é um setor muito sensível”, informou.

Segundo Arslanian, o Mercosul também está buscando a ampliação das preferências com a Índia.

A futura criação de um área de livre comércio entre o Mercosul e o Sacu é uma das estratégias do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas) para dobrar as trocas comerciais entre os países da região até 2010. A meta é alcançar um intercâmbio comercial de US$ 15 bilhões.

A falta de tratados de livre comércio entre o bloco regional e outros países ou blocos é uma das queixas dos sócios menores. O primeiro acordo comercial deste tipo foi fechado com Israel, na última cúpula do Mercosul, em dezembro de 2007.

Neste semestre começará o diálogo com a Turquia e a Jordânia.

Fonte: Agência Brasil



Comente esta matéria

Voltar ao topo Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por e-mail Comentar
 
 
COLUNA
Josué e os urubus

   
 

 
Copyright © 1997-2008, JC OnLine - Recife - PE - Brasil.
Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site para fins comerciais. Criação e desenvolvimento: JC OnLine.