Navegue por aqui »
Max: 28º Min:20º
Recife - 29.08.2008
 
   
10 anos
 Ciência
 Colunas
 Economia
 Eleições EUA
 Imigração Japonesa
 Imposto de Renda 2008
 Internacional
 Luta contra dengue
 Mães de primeira
 Meio Ambiente
 Nacional
 Pernambuco
 Política
 Saúde
 Tábua de Marés
 Notícias
PARCEIROS
 Ache quem faz
 Cardinot
 Libertas
 Meu Salário
 Pernambuco de A-Z
 Previna o câncer
 Primeira Edição OnLine
 QueroFicarRico
 Trânsito
 Virtuosi





 

 

 

 
  
 .Meio Ambiente
.Home / Cotidiano
Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por E-mail Comentar


Amazônia

Tolmasquim: novas usinas enfrentam resistência indígena
Publicado em 22.05.2008, às 08h24

A resistência de comunidades indígenas está atrasando a avaliação do potencial hidrelétrico de quatro bacias da Amazônia informou nessa quarta-feira (21) o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. Segundo ele, há estudos com atraso superior a um ano, por causa da obstrução da entrada dos técnicos nas reservas próximas às áreas em análise.

A EPE encontra dificuldades de concluir os trabalhos nas bacias dos rios Aripuanã e Juruena, em Mato Grosso; Branco, Roraima e Araguaia, no Tocantins (este último em fase de avaliação ambiental integrada). Os estudos fazem parte de um esforço da empresa para identificar novas usinas para leilão. Nesse sentido a EPE fechou a avaliação do rio Teles Pires, também em Mato Grosso, onde identificou cinco potenciais usinas, com capacidade superior a 3 mil megawatts (MW).

“O diálogo com as comunidades indígenas não é fácil: há reservas com mais de uma tribo, há tribos com dois caciques. E, às vezes, as lideranças aproveitam para pedir coisas que não têm a ver conosco, como escola, posto de saúde”, diz o presidente da EPE, que classificou como “indesejável” o incidente ocorrido anteontem no Pará, envolvendo o engenheiro Paulo Fernando Rezende.

A tendência é que os conflitos com comunidades indígenas se intensifiquem, à medida que a fronteira energética brasileira avança sobre a Amazônia. Pelos dados da EPE, apenas 9% do potencial hidrelétrico da floresta está sendo aproveitado - em usinas prontas, em construção ou em processo de concessão.

Fonte: Agência Estado


Comente esta matéria

Voltar ao topo Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por e-mail Comentar
 
 
COLUNA
(Re)naturalizar o Recife?

   
 

 
Copyright © 1997-2008, JC OnLine - Recife - PE - Brasil.
Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site para fins comerciais. Criação e desenvolvimento: JC OnLine.