Navegue por aqui »
Max: 29º Min:23º
Recife - 30.09.2008
 
   
10 anos
 Automobilismo
 Basquete
 Blog do Torcedor
 Colunas
 Esporte Celular
 Esportes JC
 Futebol
 Links
 Outros esportes
 Regras de Futebol
 Sport Campeão
 Tabela Virtual
 Tênis
 Vôlei
 Notícias
PARCEIROS
 MeuSport.com
 Pernambuco F.C.
 SerranoNET
 TimbuNet





 

 

 

 
  
 .Basquete
.Home / Torcida Virtual
Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por E-mail Comentar


Favelas

Jovens defendem basquete de rua como fator de inclusão social
Publicado em 13.04.2008, às 10h53

Na seletiva estadual da Liga Brasileira de Basquete de Rua (Libbar), promovida pela Central Única de Favelas (Cufa), jovens brasilienses defenderam nesse sábado (12) o esporte como fator de inclusão social.

A última pesquisa do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) revela que a participação social do jovem nessas atividades é maior do que por meio dos partidos políticos.

O basquete de rua começou nos Estados Unidos há mais de 50 anos e vem se popularizando no Brasil porque pode ser jogado em qualquer lugar.

É possível transformar a cesta de lixo em cesta de basquete. As regras são poucas: a habilidade é mais importante do que a altura, as equipes são desde um contra um a cinco contra cinco, e o rap sempre embala os jogos.

Defendendo a equipe P Norte Peacers, Brunno de Assis, 20 anos, morador de Ceilândia (DF), disse que sua equipe nasceu com o intuito de brincar nas ruas há dois anos.

Com o crescimento do projeto, uma rede de farmácias patrocinou as camisetas. Para ele, o esporte ajuda o jovem a se afirmar na sociedade.

“Todo esporte é uma idéia válida para você representar o seu valor. E é muito importante para que os jovens fujam do caminho das drogas, que é tão ruim”, disse. O P Norte, bairro de Ceilândia em que o operador de telemarketing vive, fica na periferia da cidade.

Pedro Henrique, 15 anos, defendeu uma equipe de Taguatinga, também no Distrito Federal. Ele jogava basquete de quadra há quatro anos na escola e, depois que descobriu o basquete de rua, se “encantou”.

“Você pode ver que aqui tem gente de todo lugar. De Planaltina, Ceilândia, e tem casos, meus amigos mesmo, que são de baixa renda e, quando encontram esse tipo de esporte, encontram uma oportunidade”.

Para a Cufa, que organiza o evento, o objetivo é afastar os jovens da criminalidade e torná-los protagonistas juvenis.

Fonte: Agência Brasil


Comente esta matéria

Voltar ao topo Aumentar Diminuir Imprimir Enviar por e-mail Comentar
 
 
COLUNA
Jogando a toalha

   
 

 
Copyright © 1997-2008, JC OnLine - Recife - PE - Brasil.
Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site para fins comerciais. Criação e desenvolvimento: JC OnLine.