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Poesia

A máquina, por Delirose Ramos
Publicado em 31.08.2007, às 16h24

A máquina não pára,
Move e remove a alma,
Abre e desmantela o quarto,
Desenterra o baú guardado,
No calabouço do corpo,
Onde se guarda o teu louco.

Paira entre carrosséis e funerais,
O equilíbrio do ser humano,
Paira entre o abraço e o desespero,
A descoberta do imperfeito.

E onde foi parar o resto da história,
Aquela parte que eu sempre esqueço?
Ficou em que lugar da memória,
O motivo do recomeço?

Será que sou eu que estou aqui agora,
Ou será que é o eu que eu nem conheço?
Será que sou eu que escrevo a minha história,
Ou a máquina escreve enquanto eu adormeço?


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